terça-feira, 8 de março de 2016

Petraglia manda recado para opositores e para a torcida



Na última semana, Mario Celso Petraglia escreveu em redes sociais contra os comentários absurdos da oposição derrotada e mandou dois recados para a torcida Atleticana.

Confira abaixo os relatos:

"A nossa "oposição" vencida mais uma vez nas urnas continuam com o ranço da derrota! Se dermos ouvidos a imbecis nos tornaremos um deles!"

"Só foi perder uma partida que os derrotados nas urnas voltam felizes a pixar! Eleição é como Copa do Mundo tem a cada 4 anos! Apareçam!"

"Recebemos dezenas de mensagens de tristes eleitores derrotados que torcem para quanto pior melhor! Coitados, trocaram a paixão pela inveja!"

"Aprendi faz muitos anos a máxima : "se deres ouvido a imbecis se tornará um deles" ! Palavras sábias!!!"

"Será que a torcida agora entende porque chamamos "Estádio do Atlético Paranaense"? Com o UFC levaremos nossa marca a 1,2 bilhões de lares!"

"Será que a torcida entende agora porque abandonamos o ruralzão? Várzeas de estádios, arbitragens desonestas e imprensa tendenciosa!"


Minha Alma Feminina Atleticana



A coluna de sucesso em 2015, readaptada em homenagem a todas as mulheres torcedoras Atleticanas.

Meu nome é Tânia, ou Camile, ou Camila.
Sou a Fran que veste a filha com a camisa do Furacão e ensina a beijar o escudo.
Sou a Fernanda que discute com o Robson em redes sociais sobre esquema tático, até deixá-lo ruborizado e impressionado com o meu conhecimento sobre futebol.
Sou a Atleticana até a morte!
Eu entendo o futebol, eu conheço as regras e sei escalar meu time tão bem ou melhor que você que é homem.
Essa é... Minha Alma Feminina Atleticana!
E minha alma feminina me levou hoje ao passado do futebol bruto e machista.
Antigamente não havia respeito pela minha presença nos estádios, eu era encarada como “uma qualquer”.
Meu traseiro era alvo seguido de palmadas indecentes e desrespeitosas, fora os cochichos maldosos.
Meus filhos não tinham condições de ir ao estádio comigo e ver a mãe deles tratada como objeto.
E os banheiros então! Unicamente masculinos! Fazíamos filas em qualquer estádio de Curitiba, nos constrangendo para que nenhum homem se aproveitasse de certos momentos e sempre tínhamos uma amiga na vigilância.
Banheiros sujos, sem estrutura para nós, mulheres.
Comida de péssima qualidade.
Arquibancadas frias, molhadas e desconfortáveis, sujeira para todos os lados.
Não podíamos nos expressar, era indevido, e nem em conta levavam nossa fragilidade de mulher Atleticana.
Mas minha paixão pelo Atlético sempre me ajudava a derrubar todos os obstáculos para ver meu amado time. Nunca importou o estádio, eu estava lá para sofrer novamente o que fosse necessário por essa paixão, mesmo sem ser notada!
Sou vaidosa quando vou ao jogo, me visto bem, fico escolhendo minha roupa por horas, embora a última veste seja a mais fácil de todas, a camisa do Atlético, e claro, tenho umas 20 camisas oficiais no armário, gosto de variar.
Minha maquiagem tem que estar perfeita, não pode haver falhas, sou supersticiosa e acho que até a cor do batom ajudará o time em campo.
Me arrumo para o Atlético como se me arrumasse para meu homem amado, quero que minha paixão me observe, me leve a loucura, me deixe nas nuvens e para isso espero só a colaboração de 1 ou 2 gols, se forem mais, melhor.
Sou Atleticana.
Sou uma Atleticana que compõe a maior torcida feminina do Brasil, a torcida feminina do Atlético Paranaense.
Sou emotiva, apaixonada, entendo sim do jogo em campo e muito melhor do que muitos “machos” por aí.
Em dia de jogo não tem “essa” não, “maridão” tem que me ajudar na cozinha e os filhos também, perder o horário de encontro com meu AMORCAP, é de doer o coração.
Sou guerreira, furiosa, louca de paixão, grito incessantemente, me descontrolo, me desespero no gol adversário, eu choro copiosamente e fico perguntando porque “ele” não estava “lá“ naquele momento para impedir o gol.
Mas me alegro, me apaixono de novo e tudo por um gol do Furacão.
Eu palpito também e quero vitória, quero títulos, mas sou consciente do que foi o passado e do que tenho no presente e quem me proporcionou tudo o que nós mulheres temos hoje.
Sou Atleticana de verdade e quero ver meu Atlético maior ainda.
O futebol não é mais um mundo apenas masculino, nós “roubamos” parte desse planeta chamado bola e hoje escrevemos nossa história nele. Nossos campeonatos chegam a ser mais disputados do que muitos torneios masculinos.
Ahhhhh a Baixada... Meu Atlético me permite ter minha família ao lado, em um domingo à tarde, e um lugar limpo, sequinho, confortável e perfeito. Um lugar que chamo de casa. A Arena é minha casa.
Sou exigente, sou perfeccionista sim, percebo coisas que os homens não percebem, pois sou mulher.
Sou a torcedora mais fanática do Brasil.
Feliz dias das mulheres a todas as Atleticanas.
Um imenso beijo a todas as torcedoras do Atlético Paranaense, as meninas, as garotas, as mamães, as senhoras, as casadas e as solteiras, que fizeram dessa...
A torcida feminina mais bela do Brasil...

Obs: O colunista esclarece que por amar tanto as mulheres torcedoras do nosso Furacão, também tem impregnado em si uma alma feminina e qualquer brincadeira com a masculinidade dele é pura perca de tempo.
Carrego cada uma delas em meu coração, em minha alma, como o Atlético também carrega, portanto, tanto eu quanto o Atlético temos sim uma alma feminina também. 


segunda-feira, 7 de março de 2016

Atlético Paranaense já tem novo técnico



O Atlético Paranaense acertou, nesta segunda-feira (7), a contratação de Paulo Autuori para o comando técnico da equipe. O novo treinador acompanhará a partida diante do Cruzeiro, nesta quarta-feira (9), em Belo Horizonte (MG), pela Copa da Primeira Liga.

Paulo Autuori de Mello, de 59 anos, acumula no currículo passagens por equipes de diversas escolas do futebol mundial, além de conquistas expressivas. Entre os títulos, estão o do Campeonato Brasileiro (1995), da Copa Libertadores (1997 e 2005) e do Mundial de Clubes da FIFA (2005).
Além de comandar times como Atlético Mineiro, Cruzeiro, Flamengo, Grêmio, Internacional e São Paulo, Paulo Autuori também dirigiu as Seleções do Qatar e Peru. Seu último trabalho foi no Cerezo Osaka, do Japão.
 

Fonte: Página oficial do Atlético Paranaense