quarta-feira, 9 de maio de 2018

VAMOS ASSUMIR NOSSO TAMANHO?


Definitivamente vamos então assumir nosso tamanho!

Após a derrota para o Palmeiras, um grupo de torcedores bradou que devemos “cair na realidade” e assumir nosso tamanho.

Mas qual seria "esse" nosso tamanho?

Em 1967 pisamos com um pé na 2ª divisão do paranaense. Jofre Cabral comprou a briga e determinou que o Atlético não era pequeno, deveria sempre estar na elite paranaense. Os rivais locais se uniram em favor do Furacão e consideraram o clube grande demais para cair no esquecimento.

Em 1968, Jofre montaria para a época, o melhor time de todos os tempos do futebol paranaense, que infelizmente não levantou taças, mas viu sua grandeza ser percebida Brasil afora, em jogos com vitórias memoráveis contra os grandes do eixo em meio ao falecimento do apaixonado Jofre e suas crenças de nossa grandeza. Tal feito jamais havia se visto nas terras paranaenses. O Atlético era grande, mesmo sem títulos.

Década de 70, a pobreza do Furacão contrastava com a riqueza coxa. Enquanto o Furacão penava para montar bons elencos, os coxas o faziam sem dificuldades e ainda ficavam com todas as taças, muitas delas conquistadas no submundo da corrupção futebolística, assumidas posteriormente por Munir e Evangelino, histórias que meu pai contava com mágoa e frustração. Mesmo assim, o Atlético agigantava sua torcida e ela se tornava a mais consciente e colaborativa aos princípios Atleticanos de que, não se faziam necessários títulos para sermos grandes. Éramos Atleticanos por amor e não por troféus.

Abracei a causa daquele clube pobre, me apaixonei por ele e pelas injustiças vividas pelo clube e nem mesmo o torneio da morte do paranaense de 81 esfriou minha paixão pelo Furacão, ao contrário, ele deslanchou de vez em meu coração. Já era um garoto Atleticano apaixonado por um clube que não ganhava títulos, desdenhado pela mídia nacional e lutando aos trancos e barrancos pela sua sobrevivência.

Lembro que o atendimento telefônico do clube na época era horrível, nem secretárias haviam e levava uma eternidade para alguém descer as escadas, atravessar a rua e falar com alguém que ligava para o orelhão da esquina. O clube não tinha telefone fixo e o orelhão da esquina era a única forma de contato e não originava contas de consumo. Enquanto isso a lavanderia bloqueava o serviço por falta de pagamento e os jogadores se prontificavam a levar o material para as esposas lavarem e passarem. Todo cuidado era pouco, afinal não havia dinheiro para reposição de peças danificadas. Na enfermaria do clube, o médico reunia doações de medicamentos para que os jogadores pudessem ter tratamento digno e condições de jogo.

As mídias faziam suas estatísticas de maiores torcidas no Brasil e mesmo sem dinheiro e títulos, a nossa era a maior dos paranaenses, para incompreensão e desespero coxa. Como um clube pobre e sem títulos poderia ter a maior torcida do estado? Amor puro e sem a necessidade de ser campeão para ser amado.

1982 e 83 foram anos peculiares e únicos naquele período. Levantamos 2 troféus após 12 anos de abstinências e víamos um Furacão entre os 4 grandes do Brasil, parado em uma semifinal pelo melhor time do mundo na época, o Flamengo, e pela absurda ganância humana nos bastidores, no intervalo de um dos mais célebres jogos da história do Atlético. Teríamos ganho aquele título e angariaríamos poder no futebol nacional, consequentemente mais receitas. Os valores à vista foram pequenos demais em comparativo aos valores que poderiam ser arrecadados futuramente.

Aquele sabor de conquistas me deixou nas nuvens e com a esperança de que aquilo pudesse ajudar meu clube de coração sobreviver. Imagine, um garoto de 13 anos, apaixonado pelo Atlético, orgulhoso de ser Atleticano, mesmo vendo na tv as máquinas e os ídolos do eixo do futebol! Aquele garoto, em meados de 1984, seria encontrado pelo espírito Atleticano, em seu quarto, chorando baixinho após uma sonora goleada sofrida para o Grêmio, o de Maringá, por 4x1. Era o medo de que o passado pudesse voltar à tona.

O negociado título nacional coxa de 85 me frustrava, por saber que pobres, jamais chegaríamos a uma glória daquelas, nossa chance havia passado, havia sido entregue de mãos beijada$ ao$ urubu$. Aquela estrela amarela, sempre esfregada nas nossas caras, nos davam mais gana de sermos cada vez mais Atleticanos. Nossa torcida se expandia a olhos vistos e levava ao pé da letra que os títulos não nos fariam grandes, já éramos grandes.

As esperanças de que algo sobrenatural pudesse ocorrer, reacendiam em mim a cada título, em meio ao chopp na praça em 85 e em meio a TOF em 88 no Pinheirão, com meu falecido pai ao lado. Nessa altura da difícil vida financeira Atleticana, podíamos ver pela primeira vez desde 85, um Atleticano no comando da FPF. Seria esse o fim das manipulações coxa? Engano nosso! A ganância do homem sempre ofusca sua paixão e fomos levados de arranque para o Pinheirão que nos limpou o resto que tínhamos, menos nossa dignidade de sermos  Atleticanos, na riqueza e na pobreza, na saúde e na doença, até que a morte nos separe.

Atônitos os coxas nos viam sobreviver na desmerecida segundona do brasileirão. Já sentíamos o gosto amargo de sermos menosprezados pelo Brasil todo, ocasionado pelos dirigentes coxas, que não aceitaram o convite para que o Atlético fizesse parte do clube dos 13.

No meio da TOF e ao lado de um rapaz que chorou o jogo inteiro, via eu a benção de “João de Deus” em um gol de Berg contra, que dava o merecido título de 90 ao clube pobre, mas raçudo dentro e fora de campo, o Atlético. Era sempre nós contra todos e em 90 ainda, voltaríamos para a elite do futebol nacional. Ainda havia esperança de que o sobrenatural assumisse o Atlético e mostrasse ao Brasil que éramos sim grandes, apenas os outros não queriam aceitar por medo de nossa massa de torcedores desvairadamente apaixonados.

A alegria da elite durou pouco tempo e o fracasso foi eminente. Em meio a isso tudo emergia um novo grande, o Paraná Clube, rico e abastado. que começava a abocanhar todos os troféus que não estavam mais ao nosso alcance. Os títulos regionais desapareceram e a soberba coxa crescia cada vez mais, findando no fatídico jogo de 16 de abril de 95, um 5x1 que jamais esquecerei, o pior aniversário de minha vida. Mas meu orgulho ferido não me deixou submeter-me ao sarro coxa. Altivo e resistente, juntei-me àquela massa maravilhosa, que não xingou um minuto sequer, e que ao contrário, no intervalo do jogo, colocaria orgulhosamente a mão no lado esquerdo do peito e entoaria o hino composto por nosso eterno Genésio Ramalho e seu parceiro Zinder Lins, eleito em 1969 o mais belo do Brasil.

“Atlético, Atlético, conhecemos seu valor e a camisa Rubro Negra só se veste por amor...”

As portas estavam quase fechadas, arranhadas pela humilhação, e eis que em meio ao funeral anunciado o milagre teve seu início. Uma virada de mesa histórica levaria ao poder do clube, o então desconhecido Mario Celso Petraglia e suas insanidades proferidas, que faziam a imprensa do Brasil inteiro se deleitar em risos. E as principais delas, ser campeão brasileiro em 10 anos, ter um estádio e um CT novos e ser campeão mundial em algum momento da jornada.

Mas nós Atleticanos abraçamos a causa e vimos nele um pouco de cada um de nós, aquele que não deixaria o clube morrer e seria nosso porta voz perante todos. E então, ainda em 95, o Furacão conquistaria seu primeiro título nacional. Mesmo sendo da segundona, foi o êxtase para o sofrido coração Atleticano, que afloraria ainda mais em paixão com a bela campanha no brasileiro de 96, interrompida apenas pelos “esquemas” nos bastidores.

O susto nacional faria com que a entidade maior do futebol brasileiro afastasse o dirigente, outrora considerado lunático, do comando do clube, mas não o afastou do Atlético. A entidade tentou nos derrubar, mas nossas vozes ecoaram tão forte que foi impossivel não ouvir pelo Brasil todo, permanecemos onde deveríamos permanecer.

Pouco tempo depois nos deparávamos com um estádio novo, o mais moderno, um título nacional sobre o Cruzeiro, a primeira Libertadores e uma sequência que nos levaria ao memorável título de Campeão Brasileiro e um inédito tri do paranaense. Éramos finalmente reconhecidos como um grande do futebol brasileiro.

Ao apito final de Carlos Eugênio Simon eu choraria novamente, não mais pela derrota para o extinto Grêmio de Maringá, mas pela emoção da glória, outrora considerada impossível, de ser o legitimo Campeão Brasileiro de 2001.

Nos agigantávamos cada vez mais, enquanto os rivais sucumbiam em meio a novas denúncias de subornos e tentativas de manipulações. E as manipulações mudariam das mãos regionais para mãos nacionais, nos tirando o título da Libertadores de 2005. Isso nos engrandeceu ainda mais, por ficar tão evidente que em campo não nos parariam, as articulações nos bastidores eram o elemento principal, para derrubar aquele gigante que surgiu das cinzas.

Em 2009 a caminhada para a glória definitiva começava a ser abreviada e namoraríamos novamente com a segundona nacional, para alivio do Brasil inteiro, menos nosso torcedor.

Em 2012 nova virada nos rumos do Furacão, a volta para a elite e novas loucuras se intensificariam na mente do Atleticano milagreiro. O tempo passou e as loucuras deram lugar a Copa em um estádio totalmente novo e muito mais moderno que o anterior. Em meio a isso, víamos a CB de 2013 escapar de nossas mãos. Mesmo com o dirigente se conduzindo ao vestiário no intervalo daquela partida e gritando por nossa paixão, não foi possível impetrar em algumas mentes dos que nos representavam em campo, que um título é maior do que qualquer dinheiro ganho para se desfazer dele.

E voltamos a disputar a Libertadores, continuamos a crescer, voltamos a incomodar o eixo e bater de frente com entidades esportivas e redes de tv e até contra certa parte derrotista de nossa torcida. Não paramos mais de evoluir, com a esperança de que o sonho de sermos campões mundiais dê lugar ao fato definitivo. Hoje o Brasil olha com desconfiança sem desconfiar que conseguiremos. O Brasil exalta aquele clube outrora pobre e quase de portas fechadas, enquanto o mundo aguarda para ser por nós conquistado.

Hoje venho perante você torcedor Atleticano, assumir nosso tamanho!

Somos Gigantes!

Somos Gigantes de fato e de direito e só a ganância humana poderá nos tirar as glórias as quais estamos destinados.

Somos Gigantes e maiores que qualquer Palmeiras, Corinthians, Flamengo, Real Madrid, Barcelona, Manchesters.

Somos Gigantes porque assim me sinto, somos Gigantes porque o Atlético é o único clube em meu coração. E nenhum clube, seja dos acima citados ou outro qualquer, será maior que ele em meu coração.

Somos Gigantes porque temos raça, à tradição vigor sem jaça que nos legou o sangue forte e não tememos a própria morte. Nós já vencemos a morte, as desconfianças e o poder das elites.

Nós somos o Clube Atlético Paranaense, um Gigante nas Américas e o futuro campeão mundial de clubes, o maior clube do mundo e só nós poderemos impedir isso, mais ninguém!

Eu sou orgulhosamente Atleticano, na vitória ou na derrota e pelo Atlético unicamente cantarei e somente ele será meu amado clube de coração!

Nenhuma derrota abalará jamais meus sonhos e minha paixão afinal, somos Gigantes!

SRN




Números do Balanço do Programa Coleta Verde Surpreende

Durante o mês de abril foram recolhidos mais de 16 mil quilos de materiais recicláveis e a população recebeu dois mil kits de hortaliças na troca.

A Prefeitura de Colombo por meio da Secretaria de Agricultura e Abastecimento em parceria com a Secretaria de Meio Ambiente divulgou o balanço das atividades realizadas pelo Programa Coleta Verde, em abril.

Entre os dias 03 a 27 de abril foram trocados 16.536 quilos de material reciclável por 2.067 Kits de Hortaliças, totalizando um investimento de R$ 20.359,95 comprados em produtos agrícolas de agricultores familiares do município através da Cooperativa Agrícola Familiar de Colombo.

“Destacamos que o material reciclável coletado foi distribuído de forma igualitária, conforme o cronograma programado para acontecer conforme a demanda e necessidade de cada região”, explica o Secretário de Agricultura e Abastecimento Marcio Toniolo.

Entre as Associações de catadores de material reciclável cadastradas na Secretaria de Meio Ambiente estão: 3R’s, localizada na Vila Zumbi; Amigas da Terra, localizada no Guaraituba; Céu Azul, localizada no Palmital; Limoeiro, localizada no Poço Negro; Nossa Senhora Aparecida, localizada no Atuba; RESOL, localizada no São Dimas; Ribeira, localizada no Capivari; Santa Tereza, localizada no Arruda; Vitória, localizada na Vila Zumbi.

terça-feira, 8 de maio de 2018

Por Rodrigo Alexs: Cadê a Torcida Atleticana?

Ele já foi colunista da Furacão.com e estréia hoje sua coluna semanal, como mais novo colunista do Olho no Furacão!
Rodrigo Alexs...
Seja bem vindo nobre Atleticano!
 
Por Rodrigo Alexs: 
Cadê a Torcida Atleticana?
 
Hoje me senti motivado a escrever e questionar, onde estão os torcedores do Clube Atlético dos Paranaenses? Sim, eu pergunto isso diretamente a quem vive publicando e compartilhando de tudo sobre o CAP, mas que pisa no estádio uma vez no ano, contra um Corinthians da vida, aproveita e faz 150 fotos no estádio e passa o resto do ano postando isso. 

Não me dirijo aos 10/11K que são fieis, que são malucos pelo Atlético e que assim como eu, estarão brigando pelos prêmios da promoção “Sócio Furacão Mais Presente”. 

Quero saber daqueles que toda semana estão em uma balada diferente, curtindo a vida, mas depois vão as redes sociais do clube pedir/reclamar promoções de ingressos, reclamar dos valores do sócio, reclamar disso, reclamar daquilo. 

Por que é tão fácil gastar R$ 150,00 numa noite em uma baladinha qualquer de Curitiba e é tão difícil investir esse mesmo valor UMA VEZ POR MÊS para estar sempre ao lado do time do coração em todos os jogos em casa?

Eu, como brasileiro consciente e atleticano de coração, acho que o plano de sócios poderia melhorar, mas ao invés de ficar chorando e pedindo promoções, faço minha parte, mantenho meu sócio e estou presente em todos os jogos, não importa o adversário, não importa o horário, não importa o dia. Não vou ao estádio ver adversário como alguns torcedores fazem. Escolhem jogos, onde possam ver de perto o time do Corinthians, do Flamengo e etc. Eu vou para ver o Atlético.

Não quero que alguém se sinta ofendido, não falo aos que não tem condições financeiras de manter um sócio, esse sim, deve escolher o melhor jogo, o mais importante e tentar estar presente dentro da sua realidade e condição. Esse merece respeito de todos, pela luta que vive no dia a dia e por conseguir se virar e comparecer de vez em quanto.

Mas aos que podem, que tem condições e que optam por não se associar porque “ah tem um ditador no comando”, “ah enquanto fulando estiver lá eu não vou”, “ah com esse ataque não dá”, “meu dedo não passou na biometria, não vou mais” e tantas outras desculpas esfarrapadas, a esses que só enxergam defeitos, talvez o clube fique melhor mesmo com eles longe, assistindo pela TV.

Conheço advogados, médicos, engenheiros, profissionais de TI e diversos outros profissionais que se encaixam nisso, que ficam chorando em redes sociais e se dizem até formadores de opinião, mas que não pisam dentro da arena há anos e tem na ponta da língua a solução para todos os problemas do Atlético num piscar de olhos.

Nossa média de público para o Brasileiro 2018 não pode ser menor que 20 mil. É inadmissível menos que isso para uma torcida de 2.400.000 espalhados pelo Brasil. 

O ano de 2018 esta sendo muito diferente do que estamos acostumados, o futebol do Atlético é comentado no Brasil todo e até fora dele. O clube precisa de apoio, o clube precisa da torcida incentivando durante 90 minutos. Temos um horizonte promissor, a curto prazo, basta a torcida acreditar, abraçar o time, olhar apenas o escudo e as cores da camisa, esquecer política e outros assuntos, deixar isso para o momento certo. Apenas apoiar. O melhor deste ano ainda esta por vir. 
 
Este é o Novo Atlético e ele jamais será o Atlético de novo (MCP).
 

VENHA PARA A SESSÃO NA CÂMARA


Edital de Divulgação
Sessão Ordinária
08/05/2018

O Presidente da Câmara Municipal de Colombo, no uso de suas atribuições legais, divulga a pauta da Sessão Ordinária a ser realizada no dia 08/05/2018, às 16 horas.

Projeto de Lei do Executivo e Emenda Modificativa
N°: 5
Ano: 2018
Autoria do Projeto: Executivo Municipal
Assunto do Projeto: Autoriza o Poder Executivo a aumentar e extinguir vagas de cargos efetivos da Secretaria Municipal de Saúde, contemplados no anexo I da Lei Municipal n° 1.349 de 30 de junho de 2014, conforme especifica.
Situação: 1ª Votação

Indicação
N°: 245
Autor: Anderson Ferreira da Silva (Anderson Prego)
Destinatário: Secretaria de Planejamento
Assunto: Estudos para a elaboração de propostas para adesão ao programa de apoio às Políticas Públicas de Igualdade e Enfrentamento à Violência contra as Mulheres, conforme orientações da Secretaria Nacional de Políticas para Mulheres - SPM

Indicação
N°: 246
Autor: Anderson Ferreira da Silva (Anderson Prego)
Destinatário: Secretaria de Governo
Assunto: Estudos para viabilizar adesão do Município de Colombo ao Programa Brasil Transparente, conforme orientações do Ministério da Transparência e Controladoria Geral da União – CGU

Indicação
N°: 247
Autor: Thiago da Silva de Jesus (Thiago de Jesus)
Destinatário: Secretaria de Planejamento
Assunto: Solicito que seja realizado estudo para inclusão das ruas: Antonio Kierski, Claudino Alves da Silva, Valentim Stempinhack, João Elias da Silva, Roger Bacon, Mendel, Travessa dos Esportes, Travessa dos Reis e Travessa do Rio, no bairro Atuba, no plano de pavimentação Baixo Custo.

Indicação
N°: 248
Autor: Thiago da Silva de Jesus (Thiago de Jesus)
Destinatário: Secretaria de Obras e Viação
Assunto: Solicito que seja realizado roçada e limpeza na Rua Marcos Cardoso no bairro São Dimas.

Indicação
N°: 249
Autor: Thiago da Silva de Jesus (Thiago de Jesus)
Destinatário: Secretaria de Obras e Viação
Assunto: Solicito que seja realizado a reconstrução da calçada na Rua Angelo Milani Scremim, em frente ao número 55, bairro Monza.

Indicação
N°: 250
Autor: João Marcos Berlesi
Destinatário: Secretaria de Obras e Viação
Assunto: Viabilizar junto ao departamento competente, para que o mesmo designe equipe para realizar operação tapa buraco nas seguintes ruas (todas no bairro Belo Rincão), conforme relação:
Rua Izidio Mocelin Filho, Rua Antonio Fracaro, Rua Ângelo Milani,
Rua João Gueno, Rua Domingos Fracaro.

Indicação
N°: 251
Autor: Edson Luiz Bagio (Edson Baggio)
Destinatário: Secretaria de Obras e Viação
Assunto: Patrolar e ensaibrar a Rua Pedro Bontorin no bairro Campestre.

Indicação
N°: 252
Autor: Edson Luiz Bagio (Edson Baggio)
Destinatário: Secretaria de Obras e Viação
Assunto: Viabilizar operação tapa buraco na Rua Antonio Chemin no bairro Roça Grande nas imediações do IFPR.

Indicação
N°: 253
Autor: Edson Luiz Bagio (Edson Baggio)
Destinatário: Secretaria de Obras e Viação
Assunto: Viabilizar operação tapa buraco na Rua da Araponga no bairro Santa Tereza.

Indicação
N°: 254
Autor: Anderson Ferreira da Silva (Anderson Prego)
Destinatário: Secretaria da Justiça, Cidadania e Direitos Humanos do Estado
Assunto: Estudos para viabilizar nomeação de defensores públicos para atender a região de Colombo.

Indicação
N°: 255
Autor: Anderson Ferreira da Silva (Anderson Prego)
Destinatário: Secretaria de Governo
Assunto: Estudos para viabilizar cessão de uso de sala para instalação da defensoria pública do Paraná, como medida incentivo à volta do atendimento em Colombo.

Indicação
N°: 256
Autor: Anderson Ferreira da Silva (Anderson Prego)
Destinatário: Secretaria de Governo
Assunto: Estudos para viabilizar nomeação de gestor(a) para a Coordenadoria de Políticas de Promoção de Igualdade Racial da Secretaria Municipal de Esporte, Cultura, Lazer e Juventude.

Indicação
N°: 257
Autor: Anderson Ferreira da Silva (Anderson Prego)
Destinatário: Assembleia Legislativa do Paraná
Assunto: Estudos para viabilizar orçamento na LOA 2019 suficiente para ampliação da oferta dos serviços da Defensoria Pública do Paraná.

Indicação
N°: 258
Autor: José Renato Strapasson
Destinatário: Secretaria de Planejamento
Assunto: Solicito a execução de obras de passeio e meio-fio, iniciando na Rua Bortolo Cavassin até o final da Rua José Bonato Strapasson, em toda a extensão.

Indicação
N°: 259
Autor: Anderson Ferreira da Silva (Anderson Prego)
Destinatário: Secretaria de Planejamento e Secretaria de Saúde
Assunto: Estudos para que seja construído a sala de reuniões e eventos da Unidade de Saúde Nossa Senhora de Fátima, localizada na Rua São João Batista, n° 785 - 879, no bairro Jardim Fátima.

Indicação
N°: 260
Autor: Anderson Ferreira da Silva (Anderson Prego)
Destinatário: Prefeita Municipal
Assunto: Estudos para que seja realizado convênio entre a prefeitura de Colombo com a prefeitura de Curitiba para atendimento das mulheres vítimas de violência na Casa da mulher brasileira.

Indicação
N°: 261
Autor: Elcio Augustinho Surdi (Elcio do Aviário)
Destinatário: Secretaria de Governo
Assunto: Providenciar com urgência vigilância permanente em todo o horário de funcionamento na Unidade de Saúde do bairro Atuba.

Indicação
N°: 262
Autor: Valdecir Martins dos Santos (Vardão)
Destinatário: Secretaria de Governo
Assunto: Solicito a colocação de uma travessia elevada na Avenida Colombo, em frente ao número 689, no bairro Santa Terezinha em Colombo PR.

Indicação
N°: 263
Autor: Elcio Augustinho Surdi (Elcio do Aviário)
Destinatário: Secretaria de Governo
Assunto: Alterar o trajeto do ônibus que faz a linha sede/maracanã de maneira que o mesmo passe em frente ao Instituto Federal do Paraná (IFPR), situado na Rua Antonio Chemin, número 28, no bairro São Gabriel/Roça Grande.

Colombo, 07 de maio de 2018.
VAGNER BRANDÃO
Presidente