sexta-feira, 4 de agosto de 2017

Furacão Five-O: Pra lavar a alma e o corpo inteiro e queimar a língua

Após a vitória sobre o Vasco no Rio, fomos esperançosos por uma vitória contra o Avaí, até para termos certeza de que o time está no caminho definitivo da recuperação. Sem a presença da bateria da Fanáticos, pudemos ouvir mais vozes ecoando pela Arena que de costume, o que deu um brilho ainda maior ao estádio. Uma noite em que fomos surpreendidos de muitas formas. Em virtude de um acidente que engarrafou o transito cheguei atrasado e não pude acompanhar os primeiros 10 minutos, logo não comentarei essa parte. 

Na busca pela escalação, vi Guilherme em campo e claro, ele foi meu primeiro alvo de comentário negativo, mas mal sabia eu que ele seria também a minha primeira queimada de língua da noite. Mas quando queimamos a língua pelo lado positivo, tudo bem, nada de raiva não, só alegrias. Logo de cara também fiquei sabendo que o Avaí havia perdido grande chance de marcar. Não vi, não posso falar. Mas o time que estava em campo jogava bem, embora Guilherme não estivesse bem, ou meio que tentando se achar. 

Pavez novamente jogava brilhantemente e para o time com passes perfeitos, cortes sem faltas, e arrisco dizer, não deixará saudades de Otávio. Wanderson se destacava na zaga e muito mais que o general. Lucas Fernandes partia para cima dos defensores do Avaí sem medo e Nikão... Ah esse Nikão, quando coloca o coração no bico da chuteira, joga tudo e mais um pouco. Era visível que a armadilha para o Avaí estava armada, o preocupante era saber se o Avaí cairia e quanto tempo isso levaria. Precisávamos de um golzinho para aliviar a pressão. 

Foto: Fabio Wosniak / Site Oficial
E logo vi bela troca de passes com chute de Lucas Fernandes, passou perto. O jogo era bom, melhor do que imaginei que seria. Embora poucas chances, o Furacão tocava bem e dominava com estilo, com toque pra frente, sem recuar em demasia, era um jogo consciente de quem preparava o bote. Aos 25´ Nikão bateu falta com perfeição, mas Douglas defendeu. O Furacão tinha mais posse de bola, lembrei jogos anteriores, muita posse e nada de gol. 31´ Lucas Fernandes recebeu presentão na área, faltou tranquilidade para marcar.

Aos 34´ queimei a língua pela primeira vez. Rossetto cobra mal uma falta, mas quis o destino que a bola rebatesse e sobrasse nos pés de Guilherme, para levantar a torcida, para fazer a festa na Baixada, para tirar o "zero" do placar. Guilherme, aquele que não vinha bem no jogo e que eu sacaria fácil, queimou minha língua e provou ali que Fabiano estava certo e eu errado. Detalhe interessante sobre membros da Torcida Organizada que após o gol, ao invés de apenas vibrar pelo gol, começaram a xingar a Diretoria, acabaram tomando uma sonora vaia do estádio.

Cuidadoso atrás o time administrou até o fim do primeiro tempo. Antes do fim, Fabrício entrou no lugar de Sidcley e logo no primeiro lançamento para a área aplaudi o lateral. Esse sabe cruzar! Segundo tempo e o Avaí começou a arriscar chutes de longa distância com perigo. A torcida sem bateria, compensava na voz e estava bonito de se ver e ouvir, porque se de um lado os representantes da Organizada incentivavam e as vezes pisavam na bola com xingamentos e até com seus cantos meio fora de ritmo, de outro o setor GV dava uma aula de como cantar e incentivar o time e incendiavam o estádio.

Foto: Fabio Wosniak / Site Oficial
Aos 9´ o Avaí já mostrava que estava vivo e em um chute de Pedro castro, weverton teve que se esforçar para defender. Enquanto isso, algumas peças já se sobressaiam no jogo. Cascardo finalmente jogando uma boa partida e claro, Lucas Fernandes ajudou muito na subida de produção do garoto. Guilherme voltou para o segundo tempo comendo a bola e queimava definitivamente minha língua.

Aos 10´ Cascardo bateu com força e consciência de fora, Douglas deu rebote e Guilherme não perdoou e colocou a segunda bola do Atlético lá dentro da cidadela de Douglas que nada pode fazer e teve que buscar lá no fundo do baú. (Saudoso Lombardi Jr, saudades eternas do melhor narrador esportivo que viveu no sul). Alívio! Era o desafogo que necessitávamos para controlar o jogo e eu havia dito no intervalo ao meu filho: “Se fizer o segundo, arrebenta a porteira e faz mais, escreva aí”. Dito e feito! Enquanto isso após o gol, membros da Organizada vaiaram e xingaram a Diretoria e novamente foram vaiados.

Ainda comemorávamos o segundo gol, quando Nikão deitou e rolou na área do Avaí, chutou cruzado e o lateral esquerdo Capa se atrapalhou e marcou contra. 3x0. Nesse instante, todos os anti Atlético pegaram seus lenços e começaram a chorar. Aqueles que tinham por costume reclamar de tudo, se afogavam nas próprias lágrimas, era um massacre para o coração deles, mas não de nós verdadeiros Atleticanos que estávamos eufóricos. Alegria, alegria, alegria do meu povão Rubro Negro, estremecendo aquele gigante de concreto armado. 

Trabalho cortesia: Furacão no Face / Rock Facebook
Enquanto isso, após o gol, os membros da Organizada vaiaram e xingaram a Diretoria e novamente levaram sonora vaia. Aos 20´ Ederson entrou no lugar de Ribamar que saiu aplaudido. Riba foi bem. mas passou meio apagado no jogo em virtude das belas atuações de Lucas Fernandes, Guilherme, Rossetto, Pavez e Nikão. Fabricio jogava seguro e sem dar sustos. O time estava quase entrosado em campo, era bola de pé para pé, toques conscientes, raríssimos erros de passes. Dava gosto de ver e sabíamos que o quarto gol era questão de tempo. 

O Atlético cedia campo ao Avaí e preparava nova investida que não demorou muito. Antes dessa investida, eu iria queimar a língua novamente. E foi a entrada de Eduardo Henrique no lugar de Rossetto. Confesso, disse cobras e lagartos, mas também confesso que a substituição foi perfeita. Aos 25´ Guilherme que já havia marcado dois, dá uma assistência fenomenal para o Eduardo Henrique fazer o quarto gol Rubro Negro. Para queimar minha língua novamente. Claro que sem tristeza. Eu estava errado e fiquei feliz por isso. 

Enquanto isso, após o gol, os membros da Organizada vaiaram e xingaram a Diretoria outra vez e levaram uma vaia ensurdecedora para calarem de vez e só ficarem nos cânticos de apoio ao time. Daí em diante só se ouvia apoio e o pessoal da GV ensinando "aqueles" a torcerem para o Atlético e não por eles mesmos. Fenomenal. Querem vaiar e xingar? Vaiem e xinguem no final do jogo. O Atleticano demonstrou que não necessita de nada para torcer e cantar e o estádio inteiro incentivou e cantou, até mesmo os senhores de idade que convenhamos, não tem mais pique para isso, se juntaram no apoio.

Foto: Fabio Wosniak / Site Oficial
Aos 32` Ederson fez um cruzamento milimétrico na cabeça de Eduardo Henrique que marcou o quinto. 5x0. A maior goleada do Brasileirão até o momento. Uma goleada saborosa, gostosa de ver, aplaudir e com o time jogando muita bola. Claro que o Avaí não é um esquadrão ao tipo dos líderes, mas com certeza não é um time a ser menosprezado, até por alguns resultados expressivos que alcançou no campeonato. A goleada deve ser valorizada e muito, pois dá um novo ânimo ao time e a torcida. 

Os últimos 15 minutos serviram para a torcida gritar Olé, cantar, vibrar, se abraçar, lavar a alma e saber que com apoio irrestrito dela, o Furacão passa por cima de qualquer time. Não necessitou adereços, bateria, faixas para sentirmos a Baixada um verdadeiro Caldeirão como há muito tempo não se via. Parabéns ao pessoal da GV que foi um show à parte. Parabéns a todos os verdadeiros Atleticanos que cantaram vibraram e mostraram que o Atlético precisa mesmo é de nossas vozes e não de vandalismos.

Em tempo: Tirinhas valiosas

Uma vitória fantástica contra o Avaí. Mas está tudo bem? Não para os “revoltadinhos” com a Diretoria que amanheceram enviando recados e ameaças a este colunista e a pessoas que não concordam com vaias, protestos exagerados, depredações, vandalismos, ofensas e tudo que seja em favor da prática do Anti Atleticanismo imposto por eles. Tudo feito pelas redes em privado e em público. E são ameaças de todos os tipos que o leitor possa imaginar. Cuidado! Esse tipo de individuo inescrupuloso pode estar sentado ao seu lado. Se estiver xingando em excesso tenha certeza, faz parte do exército do mal que conspira contra os verdadeiros Atleticanos.

O desespero pelo retorno do Furacão aos bons resultados, deixou muita gente irada e indignada. Definitivamente perderam a noção do ridículo e claro da sexualidade, pois ameaçam sem mostrarem as caras. Para mostrar a cara, para dar a cara para bater, tem que ser macho, ameaçar anonimamente até uma pulga faz. A revolta das “poderosas” acontece por verem o torcedor tomando o partido do Atlético, pelo Atlético, contra politicagens diversas. Aviso: Não adianta ameaçar, não nos calarão jamais. 

A verdade deve ser dita e esfregada na cara daqueles que só repercutem mentiras e coisas negativas. “Atleticano de verdade mostra sua força” e sou Atleticano verdadeiro e não manipulado por políticos que tem interesses secundários no Atlético e por isso mesmo bato palmas para o DIF. Ninguém irá aplaudir agora? Desceram lenha nos profissionais e agora? Não irão elogiar os acertos? Que contratação fenomenal essa do Pavez, que bela contratação essa do Ribamar e ainda é cedo para falar, mas Fabrício pode surpreender. Aplausos para o DIF.

A nova camisa do Atlético é um espetáculo. A nova camisa do Weverton sensacional. Mas claro que na falta do que reclamar estão reclamando da medalha na camisa. Vai outro recado ao bando de otários que só reclamam das coisas feitas pelo Atlético. Esse titulo do Weverton deve ser lembrado por toda a vida, foi conquistado por um goleiro Atleticano jogando no Atlético e é o primeiro título olímpico da seleção. Vocês sabem o que significa a estrela amarela na camisa do Grêmio? Vocês achavam que era do Brasileirão? Tem haver com o título de um jogador em especial. Vão estudar e ver que grandes clubes valorizam as grandes conquistas de seus atletas.

quinta-feira, 3 de agosto de 2017

Casa da Cultura recebe exposição Além da Fronteira

Mostra acontecerá entre os dias 1º e 31 de agosto com entrada franca.

A Casa da Cultura recebe a partir desta terça-feira, 01, a exposição Além da Fronteira, que apresenta obras de artistas curitibanos. A mostra é uma coletiva de alunos do Curso de Pintura em Tela do Núcleo Regional da Boa Vista, do Núcleo Regional do Cajuru e do Centro de Criatividade de Curitiba, da Fundação Cultural de Curitiba.

A exposição na Casa da Cultura é o resultado de uma parceria entre o departamento de Cultura de Colombo com a Fundação Cultural de Curitiba (FCC) que visa a interação e a troca de experiência entre os alunos.

“A cultura não tem preço e não tem fronteiras. Ela é muito importante para todas as pessoas, esse é um investimento para o futuro”, disse a diretora de Cultura de Colombo, Rita Straioto. Ela ainda destacou a importância do investimento na cultura para a população colombense e citou a relevância da arte na vida dos jovens e crianças.

A respeito da arte, Rita acrescenta que “qualquer pessoa pode se dedicar a uma arte. Seja da pintura, da literatura, da música, do teatro, o artista é uma pessoa comum”, afirma.
A exposição acontece entre os dias 1º e 31 de agosto com entrada gratuita. Os horários para visitação são das 8h às 12h e das 13h às 17h, sempre de segunda a sexta-feira.

Mais informações sobre o trabalho da prefeitura em:
FACEBOOK: facebook.com/pmdecolombo
Foto: João Senechal/PMC



Fanáticos: Sem desculpas! Chega de se vitimizar! Errou tem que pagar!



Infelizmente é mais do mesmo.

É corriqueiro, não é a primeira vez, incorrem em erros contínuos, planejados e inconsequentes e logo após se vitimizam pelas sanções impostas por suas próprias transgressões. Virou moda e querem passar impunes!

Lembro bem de uma torcida que não precisava de muita coisa para gritar e empurrar o time 30 anos atrás. Não tínhamos nada a não ser o amor pelo clube. Não tínhamos adereços, caveiras ou qualquer “enfeitezinho” para demonstrar que no estádio quem "mandava" éramos nós Atleticanos verdadeiros. Nenhuma torcida adversária nos calava como acontece hoje em dia e nunca culpávamos ninguém, simplesmente amávamos o clube e sentíamos a obrigação de demonstrar esse amor pela voz. Nada nos esfriava, nem os times horríveis, sofríveis, abandonados, diretorias inertes e sem atitudes. Éramos sacos de pancada até dos clubes do interior do Paraná e nem por isso esfriávamos.

Mas os tempos mudaram e nossa torcida foi morrendo aos poucos, a grande maioria se deixando levar por politicagem e políticos frustrados que vivem nas redes atacando o clube. Começaram a se vender por dinheiro e bebidas. Não digo todos, mas uma fração, só que essa fração por menor que seja é como um vírus, infecta tudo e todos em volta e acaba por causar uma epidemia devastadora.

Acontece que a falta de inteligência faz com que muitos achem necessário usar a força para demonstrarem que são grandes, quando na verdade são pequenos.

Há muito tempo vinha eu defendendo a Fanáticos e tentando de alguma forma ver seu pedido de liberação de materiais atendido, achava desnecessária a proibição, mas visto o caso registrado no jogo contra o Grêmio, não tive mais dúvidas, não existe mais “Fanáticos”, só um bando de vândalos dispostos a qualquer atividade sinistra para impor suas vontades, e esse nunca foi o caminho.

As cenas de selvageria vistas naquele jogo demonstram claramente que vivemos um tempo de intolerância e que esse mal deve ser cortado pela raiz logo, antes que coisas piores venham a acontecer. As cenas que estamos vendo Brasil afora em muitos jogos do Brasileirão, demonstram que as torcidas organizadas perderam totalmente a noção do que é lazer e diversão e transformaram o futebol em guerra.

Sair de casa para ir a um jogo de futebol é uma aventura grotesca, sinceramente, você não sabe se voltará “inteiro” ou vivo para casa, o receio já não é mais da torcida adversária, agora é da própria torcida.

Hoje o clube está dividido e os Anti-Atlético conquistaram isso e tornaram a Baixada e o clube um palco de guerra. Não concordar com os que discordam da Diretoria virou crime e você corre o risco de ser agredido nas ruas em torno do estádio ou até mesmo dentro dele, nas redes sociais isso já é comum.

As cenas lamentáveis mostram vandalismo de pessoas que não respeitaram nem mesmo pais de família e mulheres que trabalhavam nos locais invadidos. Gente que chegou a apanhar no exercício de suas funções. Não houve respeito com idosos, crianças e pessoas de bem que apenas gostariam de assistir a um jogo de futebol. Mais do que a punição imposta, deveriam a maioria serem presos, pois atentaram contra a integridade física de muitas pessoas, e inclusive, poderia ter resultado em perca de mando de jogos e interdição do estádio se assim os órgãos que gerem o futebol entendessem ser necessário, até por esse motivo o clube tomou as medidas cabíveis para que se evitem dissabores futuros e os torcedores inocentes não venham a ser punidos, impedidos de assistir aos jogos do Furacão.

Uma vergonha para nosso estado, para nossa cidade, para nosso clube.

Não adianta emitir comunicado nas redes sociais, tenham vergonha na cara, reconheçam o erro, assumam ele e parem de se fazer de vítima. Todos devem lembrar as imagens lamentáveis de alguns anos atrás onde as duas organizadas entraram em confronto dentro da Baixada. 

Quero a antiga Fanáticos de volta, aquela que não existe mais, essa Fanáticos é um rascunho daquela. Antigamente se cantava por amor ao clube, hoje em dia colocam culpa em tudo e em todos para dizer que esse amor esfriou. Só perde o amor quem nunca soube o que é amar verdadeiramente.

É hora dos imbecis e fanfarrões admitirem seus erros ao invés de empurrarem para o clube. É hora de mudança de atitudes, pois nem mesmo o torcedor Atleticano imparcial engole mais tantos atos ditatoriais por parte de políticos e torcedores travestidos de Atleticanos, de gente que quer impor suas vontades a todo custo sem perguntar se os outros também concordam.

Prefiro um estádio cinza, frio e vazio, do que estar ao lado de marginais e ver que crianças que frequentam a Baixada podem ser vítimas em um futuro próximo de vândalos. E isso serve para todos os clubes da capital e do país. Aqueles que defendem atos terroristas desse nível são cúmplices de qualquer resultado deste tipo de violência.

Uma coisa não justifica a outra! Você não gostar da diretoria, não concordar com a administração é totalmente diferente de colocar em risco a integridade de pessoas que vão ao estádio simplesmente para torcer.

Escreveram nas redes que apenas os infratores deveriam ser punidos, CPF e não o CNPJ; concordo, mas punir quem? É possível identificar todos? Não. Não há como. A partir do momento que você não tem o poder de identificar tantas pessoas como as que aparecem nas imagens, não resta outra alternativa senão a de punir também a instituição. Bom seria se fosse possível punir apenas os causadores do problema.

Sugeriram que se tome providências em relação à segurança, então vamos partir do princípio da Biometria que os torcedores estão evitando, vamos ampliar para o reconhecimento facial, implantar máquinas que agilizem esse processo e todos serão instantaneamente reconhecidos pelo rosto. Ah mas você não irá concordar com isso porque encontrará a desculpa de que fere seus direitos de sócio torcedor, como já tem arrumado para a biometria. Sempre haverá uma desculpa para se combater qualquer iniciativa que agilize e colabore com a segurança dos verdadeiros torcedores. E mesmo o setor invadido ser tomado pela biometria, o arrastão “a la Rio” propiciou que muitas pessoas que não tinham ingressos e nem eram sócios, entrassem gratuitamente, ferindo assim o direito daqueles que pagam suas mensalidades em dia.

Os bons pagam pelos ruins, então uma dica: Se você é bom, pare de se misturar com os ruins e não será punido. Em toda a sociedade é assim. Se a torcida apronta, quem paga é o clube e nós torcedores de bem. Quantos jogos já ficamos sem poder ir a Arena, mesmo pagando o sócio em dia, porque o clube perdeu mandos por brigas onde não estávamos presentes? Eu fui punido inúmeras vezes por bestialidades da torcida.

Assim como eu, muitos torcedores querem seu direito de apenas ir ao campo em paz para torcer e voltar para casa seja feliz por uma vitória ou infeliz por uma derrota, mas em segurança e sem ter que ser atacado como constantemente vem acontecendo com muitos torcedores.

Não podemos permitir que se crie uma facção criminosa em meio a nossa torcida, torcida existe para torcer e não para promover badernas.

O clube tomou as medidas cabíveis e corretas.

Na falta de se poder punir a todos os envolvidos em virtude do excesso de “rostos” que cometeram o ato ilícito, não havendo assim a possibilidade de identificação, optou acertadamente pela punição a instituição, para que sirva de exemplo a todos e que a mesma instituição tome por partido corrigir suas falhas internas, afinal quando você faz parte de uma empresa e infringe uma regra, você está atentando não só contra seu próprio nome, mas levando o nome da instituição junto consigo.

Inclusive, boatos nas redes dão contam de que "algumas coisas" poderão acontecer durante o jogo contra o Avaí. Pois bem, é esse tipo de atitude que dá razão ao clube, pois acaba afastando as famílias do estádio.

Respeito é bom e todos gostam.

Em tempo: 

Napoleão, crie vergonha na cara e pare de a cada vitória do Atlético tentar arrumar pretexto para desestabilizar o clube. Você não passa de um crápula, mentiroso e anti Atlético. Cuidarei de você no próximo texto.

Aviso ao clube: 

De acordo com as leis do trabalho, qualquer funcionário que "vaze" informações sigilosas de seu empregador, podem ser punidos com rescisão por justa causa incluindo sanções judiciais que podem levar até a prisão. FICA A DICA! 
 



quarta-feira, 2 de agosto de 2017

Beti Pavin realiza reunião com integrantes da Pró-Metrópole

Objetivo é discutir assuntos comuns que afetam os municípios, além das inovações no planejamento econômico e territorial de Colombo.

A Prefeita Beti Pavin junto dos secretários de Indústria, Comercio, Turismo e Trabalho, Antonio Ricardo Milgioransa, de Planejamento, Orçamento e Gestão, Marcio Strapasson e de Desenvolvimento Urbano e Habitação, Tânia Tosin, recebeu em seu gabinete nesta semana, os integrantes do Pró-Metrópole, secretário de Urbanismo e Assuntos Metropolitanos, Marcelo Ferraz Cesar, o coordenador de Relações Institucionais do Pró-Metrópole, Alexandre Schlegel e o diretor de Relações Internacionais, Antonio Borges dos Reis, para uma reunião que visou discutir o planejamento econômico e territorial do município.

Colombo foi escolhido pelo Pró-Metrópole como o município pioneiro para participar do movimento, que visa integrar os municípios da Grande Curitiba em busca de soluções comuns. A Prefeita destacou a importância da aproximação do município com a capital. “A reunião foi produtiva porque entendemos que as cidades precisam trabalhar de forma conjunta e as políticas públicas precisam ser voltadas para toda a metrópole. Colombo é o primeiro município que recebe essa estratégia, trabalhando com o plano de desenvolvimento econômico, visando melhorar a qualidade de vida dos nossos cidadãos, e consequentemente aumentando a rentabilidade da região como um todo”, destacou a prefeita.

O secretário de Indústria, Comércio, Turismo e Trabalho, Antonio Ricardo Milgioransa, explicou que a reunião serviu como base para uma discussão de como disponibilizar a estrutura da capital para auxiliar e apoiar o município de Colombo. “Com nossa equipe técnica estamos na terceira reunião podendo trabalhar todos os indicadores socioeconômicos do município. Estudando e entendendo o plano de desenvolvimento econômico e territorial, o município avança. Então a ideia é ter essa plano implantado e discutido ate o final do ano”, informou.

Preocupados em como a região metropolitana vem crescendo, na reunião também foi discutido sobre a “Divisão Legal”, que visa acertar as fronteiras entre os municípios. “É muito importante o fortalecimento da grande metropolitana. Não há mais condições de pensar nas cidades de maneira isolada, tanto do ponto de vista econômico, social, de infraestrutura e integração. Então, é preciso explorar as cadeias produtivas e questões econômicas, onde um município pode ajudar o outro nas questões de compra e venda, criando um grande mercado metropolitano”, ressaltou o secretário de Urbanismo e Assuntos Metropolitanos de Cuririba, Marcelo Ferraz Cesar.

Parceria Público Privado

Já no período da tarde, aconteceu uma reunião na secretaria de Indústria, Comércio, Turismo e Trabalho com instituições como a Federação das Indústrias do Estado do Paraná (FIEP), Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI) e Instituto Federal do Paraná que visou discutir mecanismos importantes para o município, trazendo os segmentos empresariais e educacionais para discussão, reorganizando o trabalho para otimizar uma parceria entre o público e o privado.

O economista Técnico da Federação das Indústrias do Estado do Paraná (FIEP), Jerri Adriani Chequin, frisou que as instituições presentes buscaram na reunião compartilhar de um planejamento, em que se consiga a curto, médio e longo prazo desenvolver o município. “Com planejamento se consegue direcionar os investimentos, estipular prazos para o que deve ser feito. Então cada instituição que participa consegue trazer o seu papel para contribuir para que isso se concretize. Tudo isso vai resultar em melhorias para a população, porque melhora a renda, traz segurança, investimentos em saúde e qualidade de vida como um todo”, destacou.
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Foto: Marcio Fausto/PMC


Furacão come o bacalhau e arrota o coxa pra zona

Noite perfeita! Sempre há uma primeira vez e pela primeira vez na história do brasileirão o Furacão venceu o Vasco no Rio. Mesmo o gramado de Volta Redonda virado num pasto, não foi empecilho para a vitória Rubro Negra. De quebra, o mais gostoso foi poder colocar os coxinhas em seu lugar de direito, um lugar que frequentam constantemente ano após ano, a zona de rebaixamento. Destaco ainda a péssima arbitragem, horrível, mais perdidos que cego em tiroteio, mas ainda bem, não interferiram no resultado.

Mas antes de escrever sobre o jogo, vou mandar um recado ao Eurico: Quando você conseguir colocar um gramado decente no seu estádio ou em estádios que o Vasco seja o mandante, daí sim você poderá falar algo negativo sobre a Grama Sintética. Os gramados do seu clube servem apenas para você pastar, para pratica do futebol, um campo de areia seria mais indicado em comparativo aos campos do seu time.

O bacalhau não assustava e eu já havia dito a um amigo antes da partida. "Dá para ganhar, é só colocar o time certo em campo e saber lidar com a necessidade de vitória do Vasco". Dito e feito! Fabiano Soares colocou o time taticamente perfeito em campo, com a escalação ideal (na minha opinião) e errou apenas na substituição de Nikão. Pablo estava cansado e Nikão é o cara que surpreende. Pela iniciativa de buscar os contra-ataques na parte final de jogo, Nikão não poderia ter saído. O importante mesmo foi a vitória.

Foto: Fabio Wosniak / Site Oficial

O Furacão é que levou perigo na primeira etapa. Aos 6´ o impecável Rossetto cruzou na cabeça de Ribamar que quase abriu o placar. Era o cartão de visita do atacante avisando que ele estava na área. 15´ e a defesa do Atlético afasta bola após cobrança de escanteio e ela cai nos pés de Nikão em um contra-ataque fulminante, mas na hora do passe Nikão joga nas mãos do goleiro vascaíno, ótima chance perdida. Aos 18´ outro grande nome do jogo e na sua estreia, Pavez sofreu falta cobrada por Nikão, Lucho perdeu chance incrível de marcar.

Grande problema do Furacão eram novamente as finalizações e os constantes erros de passes e Lucho era o que mais errava. Lucho estava bem no jogo, mas os erros acabavam comprometendo o meio Atleticano. Pavez era uma fortaleza, tanto que o Vasco não teve uma única chance no primeiro tempo, e apenas um chute claro a gol. Note que até os 30´ minutos as melhores chances eram do Furacão e sabe porquê? Porque lá “atrás” Paulo André e Pavez eram cirúrgicos, partidas absolutamente perfeitas.

30´, meia hora, foi o tempo que levou o Vasco para dar seu primeiro chute a gol, mas fraco, Weverton segurou fácil. Até o final do primeiro tempo o jogo foi todo do Furacão, não acertava as finalizações, mas era incisivo, insinuante, rondava a zaga vascaína, dominava o jogo, levava mais perigo e esbarrava apenas em erros de passes. Segundo tempo e logo no primeiro minuto, Mateus Vital bateu de longe, a bola quicou e quase enganou Weverton que foi esperto no lance.

Foto: Fabio Wosniak / Site Oficial

Lance inusitado, em cruzamento na área, Thalles e Paulo André se chocam, Weverton joga a bola para lateral, mas ela bate no desatento Cascardo, se não fosse a interferência do árbitro o Vasco teria uma grande chance para marcar. Aos 6´ Lucho bate fraco de fora, mas Martin Silva perde o tempo da bola e se estica todo para defender. O jogo era equilibrado, chances para os dois lados e no instante que o Vasco começava a exercer um certo domínio entrou em cena Ribamar.

15´ minutos, Pablo lança Rossetto que levanta na área, Henrique se atrapalha e a bola sobra nos pés do oportunista Ribamar, gol do Furacão. O Vasco foi com tudo para cima buscando o empate, mas Paulo André em uma partida soberba ao lado de Wanderson, davam conta do recado, enquanto Pavez fazia uma partida sensacional, defendendo, segurando, cobrindo espaços. Embora não estivesse nos melhores de seus dias, Lucho era incansável na parte defensiva. Errava demais no ataque, mas compensava lá atrás.

Aos 19´ o Vasco chegou com Paulo Vitor de fora da área, mas Weverton defendeu. 22´ e saíram Lucho e Ribamar para as entradas de Lucas Fernandes e Gedóz, substituições corretas. A intenção era explorar os contra-ataques. Aos 30´ Ederson entrou no lugar de Nikão, (eu teria sacado Pablo). Sem Nikão, mesmo não rendendo tudo que pode, o Atlético ficou sem o contra-ataque, a bola não chegava limpa na frente. O Vasco não desistia. Aos 38´ Rafael Marques obrigou Weverton a boa defesa após cabeçada dentro da área.

Foto: Fabio Wosniak / Site Oficial

Aos 39´ o Furacão chegou com perigo nos pés de Gedoz de fora da área. O Rubro Negro abdicou totalmente do ataque nos últimos 5 minutos e passou sufoco só se defendendo. Quando o jogo parecia terminar sem maiores emoções, veio o lance que quase pôs por terra o esforço. Henrique pela esquerda bateu cruzado, a bola bateu na trave e no rebote Paulo Vitor encheu o pé e acertou o travessão, inacreditável. O apito final tirou um peso do Atlético, era a vitória tanto almejada para dar um pouco de tranquilidade e colocar os coxas de vez na zona.

Quanto aos jogadores: Weverton fez boas defesas. Wanderson esteve bem e seguro. Paulo André impecável, uma das melhores partidas do zagueiro no ano. Cascardo continua limitado. Sidcley, feijão com arroz, nada surpreendente. Pavez, pela estreia, brilhante. Lucho, não rendeu o mesmo de jogos anteriores, errou passes em demasia. Rossetto um dos melhores em campo, teve lucidez, errou bem menos e esteve mais livre para municiar o ataque. Pablo, batalhador.

Nikão, é um jogador importante, mas precisa estar mais focado, deixa a desejar em lances capitais que poderiam se tornar em gols. Ribamar, volta para buscar a bola constantemente, sabe se posicionar e tem faro para o gol, é oportunista. Gedoz, entrou muito bem, mas mais auxiliou na marcação do que no ataque e deu conta do recado, era quem desafogava um pouco a pressão do Vasco. Ederson e Lucas Fernandes pouco apareceram pela falta de um jogador que municiasse os dois no ataque.


Foto: Fabio Wosniak / Site Oficial

Há muito que melhorar ainda, o time necessita encontrar um padrão de jogo, mas Fabiano já começa a demonstrar que sabe colocar o time taticamente em campo, basta os jogadores ajudarem e desenvolverem um bom futebol para que o esquema flua melhor. De resto, nada como uma vitória para dar ânimo. Próximo jogo é contra o Avaí na Baixada e que seja para alavancar de vez uma reação no campeonato Brasileiro.

Tirinhas Valiosas:

Foi ao ar na segunda no Olho no Lance (clique aqui) uma coluna sobre as 12 maiores folhas salariais dos clubes brasileiros. A disparidade é imensa. Muitos (leia-se opositores de MCP) têm solicitado salários do elenco do Atlético, aos quais não tive nenhum acesso. Brasileiro em matéria de leitura e compreensão é uma desgraça mesmo, além de ser tendencioso. Já havia escrito que conseguindo novos dados a coluna será atualizada e republicada, pois é um trabalho árduo e que leva muito tempo, mas como sempre digo: "Para um homem inteligente, meia palavra basta. Para um ignorante nem mesmo um livro é suficiente"! E tenho dito!

Alguns indivíduos que se dizem Atleticanos (Embora pareçam pakitas revoltadas), tentam desmerecer o trabalho desse colunista e a melhor resposta que posso dar é com números. Um recorde por semana é suficiente para vocês? Os números crescem cada dia. Obrigado leitores pelos quase 800 mil acessos 730 mil no Olho no Lance e 60 mil no Linha de Fundo. São no mínimo 100 mil acessos mensais, quem puder que faça melhor ao invés de desmerecer quem realmente trabalha.

terça-feira, 1 de agosto de 2017

Obras na Rua da Pedreira beneficiam moradores e comerciantes da região

Requalificação da via também proporciona a melhora do trânsito entre Colombo e Curitiba.

A obra na Rua da Pedreira, que liga Colombo a Curitiba, facilitou a vida dos moradores do município. Reformada e revitalizada, com investimentos de mais de R$ 26 milhões, a via se tornou uma importante ligação da região Norte da capital com a cidade, e está ajudando a desafogar o trânsito na Estrada da Ribeira, BR-476.

Segundo a prefeita, Beti Pavin, que esteve na rua, neste sábado, 22, acompanhada do Governador Beto Richa e também do prefeito de Curitiba, Rafael Greca, a obra mudou a realidade da região e facilitou o acesso aos bairros Campo Pequeno e Rio Verde.

“Melhorou muito a estrutura e diminuiu o tempo para se chegar a Curitiba, principalmente. E esta obra, além de facilitar a vida dos moradores e comerciantes aqui desta localidade, também beneficia os nossos agricultores no escoamento da produção”, destacou.

Os serviços abrangem seis quilômetros e inclui drenagem, pavimentação, recapeamento, iluminação, sinalização vertical e horizontal, paisagismo, implantação de meio-fio e calçada. Além disso, foi contemplada a construção da ponte do rio Atuba, uma reivindicação de mais de 20 anos.

Esta ação aconteceu sob a responsabilidade do Governo do Estado por meio da Coordenação da Região Metropolitana de Curitiba (Comec). “A exemplo do que acontece em todo o Paraná, estamos fazendo uma série de importantes obras para garantia da qualidade de vida da população. E esta é mais uma das várias ações na Região Metropolitana de Curitiba para melhorar a mobilidade dos municípios”, afirmou o governador Beto Richa.

O prefeito de Curitiba, Rafael Greca falou sobre a importância das ações que têm sido realizadas com o propósito de integrar cada vez mais a região metropolitana à capital. “Precisamos de uma malha viária que una a região Metropolitana de Curitiba. Isso possibilita a circulação de riquezas, de pessoas e, ao mesmo tempo, torna a grande cidade uma só”, afirmou.

Um benefício que pode ser sentido diretamente pela população. A comerciante Denise Finau mora há cerca de 20 anos no bairro e já está comemorando o crescimento da clientela em sua lanchonete. “Foi uma melhoria muito bem-vinda. O movimento está ótimo”, acentuou.

Integração

O diretor-presidente da Comec, Omar Akel, afirmou que a revitalização da Rua da Pedreira faz parte da Via Radial de Integração, uma das ações do Plano Estratégico da Comec para ampliar as condições de mobilidade e de integração da Região Metropolitana de Curitiba. A obra recebeu recursos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) Mobilidade Grandes Cidades, do Ministério das Cidades. 

Também fazem parte deste pacote as ações de renovação da Estrada da Uva (Colombo. “São soluções pontuais que melhoram o fluxo e nos dão condições também de implantar um transporte coletivo mais ágil e eficiente”, destacou Akel.

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Foto: João Senechal/PMC