Foram investidos aproximadamente 4 milhões em pavimentação; as obras foram finalizadas entre dezembro de 2015 e abril deste ano
O antigo incômodo, causado pelos buracos e poeira nas ruas de saibro
do município já ficou para traz. E, a partir de agora, não faz mais
parte do dia a dia dos moradores dos bairros Roça Grande, São Gabriel,
Jardim Paraná, Paloma, Guarani, Maracanã, Monza, Rio Verde e Campo
Pequeno. Ao total, foram 16 ruas asfaltadas.
Entre dezembro de 2015 e abril deste ano, a Prefeitura de Colombo,
por meio do Programa de Pavimentação Comunitária, finalizou a entrega de
mais 4,5 quilômetros de implantação de asfalto, – um investimento de
aproximadamente R$ 4 milhões.
“Estamos trabalhando firme para pavimentar o maior número de ruas
possível e, assim, acabar com os problemas de poeira e barro, que tanto
preocupam a população. Ainda há muito por fazer, mas nosso trabalho
continua”, afirma a prefeita Beti Pavin.
Os moradores das ruas Antônio Czocher; Vicente Otto; Panamá; Siqueira
Campos; Marques de Pombal; Guimarães Rosa; Rio Piquiri; Artur de
Azevedo; Rio Trombetas e Tailândia foram beneficiados com asfalto novo. O
cronograma de obras, além da drenagem, inclui a execução do meio fio,
passagem de pedestres e veículos, sinalização e paisagismo.
Vale lembrar, que as obras são coordenadas ou executadas pela
Secretaria de Obras e Viação. “Essas ruas estão entre as 115 ruas que já
receberam pavimentação asfáltica em Colombo, todo o nosso trabalho tem
um único objetivo, promover melhorias para a população da região, com
vias adequadas para os moradores, motoristas e pedestres da nossa
cidade,” afirmou o secretário da pasta, Agnaldo Santos.
Confira as ruas que receberam as obras de pavimentação.
· Rua Antônio Czocher, Roça Grande – Extensão: 132,95 m- Investimento: R$ 115.812,48.
· Rua Vicente Otto, Roça Grande – Extensão: 160,00 m – Investimento: R$ 110.556,15.
· Rua Panamá, São Gabriel – Extensão: 243,43 – Investimento: R$ 197.198,97.
· Rua João Candido Ceccon, Jardim Paraná – Extensão: 400,43-Investimento: R$ 311.196,33.
· Rua Rio Piracicaba, Roça Grande – Extensão: 121,77 – Investimento: R$ 105.292,72.
· Rua Siqueira Campos, Paloma – Extensão: 261,62 – Investimento: R$ 215.319,50.
· Rua Marques de Pombal, Guarani – Extensão: 347,88 – Investimento: R$ 298.126,80.
· Rua Guimarães Rosa, Guarani – Extensão: 229,50 – Investimento: R$ 197.637,41.
· Rua Rio Piquiri, Roça Grande – Extensão: 93,77 – Investimento: R$ 83.651,57.
· Rua Olavo Bilac, Guarani – Extensão: 621,30 – Investimento: R$ 543.938,87.
· Rua Marili Senhorinha da Silva, Maracanã – Extensão: 132,00 – Investimento: R$ 115.260,55.
· Rua Artur de Azevedo, Guarani – Extensão: 150,07 – Investimento: R$ 127.400,56.
· Rua Rio Trombetas, Roça Grande – Extensão: 473,19 – Investimento: R$ 376.796,80.
· Rua Alzira Lovato Bontorin, Monza – Extensão: 568,34 – Investimento: R$ 438.946,16.
· Rua Líbia, Rio Verde – Extensão: 311,31 – Investimento: R$ 266.302,04.
· Rua Tailândia, Campo Pequeno – Extensão: 369,31 – Investimento: R$ 259.000,00.
terça-feira, 26 de abril de 2016
segunda-feira, 25 de abril de 2016
Pela torcida, pelo Furacão, quero ver mais RAÇA nessa final!
Os últimos jogos do Atlético foram de doer.
Erros contínuos, alguns jogadores abaixo da expectativa, outros nervosos e outros parecem que "desaprenderam" de jogar.
O primeiro jogo da semifinal não foi ruim, foi um bom jogo, onde o Atlético saiu prejudicado pela arbitragem e de certa forma isso refletiu no jogo da Vila, mas guardadas as devidas proporções de um jogo para outro e fazendo uma análise mais fria, o contexto da obra torna-se desesperador para a torcida.
Ou seja, se o time jogar a "bolinha" que jogou domingo e se der os espaços que deu contra o Fluminense e Paraná, o revés será inevitável.
Walter não parece mais o mesmo desde que discutiu com a torcida e desde que perdeu peso.
É um jogador brilhante que define em poucos segundos, mas talvez seu posicionamento o impede de praticar um futebol a altura daquilo que esperamos.
No domingo mais se atrapalhou com a bola do que jogou.
Marcos Guilherme na maioria das vezes, parece ser uma figura nula em campo, tem rompantes, mas de repente "desaparece".
Léo entrou bem no lugar de Eduardo mas parece estar sem ritmo de jogo.
Sidcley vem pipocando direto e olha que já vi ele jogar muito mais do que isso que vem apresentando.
Otávio é um guerreiro, mas nessa de guerreiro e de ter que estar em todos os lados do campo, talvez ficou nervoso, acabando por ser expulso infantilmente do jogo.
Paulo André, um baita zagueiro, também tem dado bobeira, tomou um drible desconcertante e que não é comum.
André Lima é oportunista e por pouco não abriu o placar, mas peca pelo nervosismo e pelo tanto de cartões que vem recebendo.
Weverton é uma muralha e na minha opinião, o maior nome do Atlético de hoje, faz o possível e o impossível para evitar os gols adversários, mas não pode fazer milagres o tempo todo.
Nikão, hoje em dia esforçado, não lembra "aquele" Nikão. De vez em quando tem alguns rompantes como no primeiro jogo do Paraná onde jogou uma bela partida, mas fica devendo em alguns jogos.
Vinicius, cadê o grande torcedor do Furacão? Aquele que deve vibrar por nós em campo.
Tiago Heleno, é constante e pegador, não tem bola perdida e ao lado de Otávio e Weverton os três melhores nomes do time.
Jadson, quase não aparece para a torcida mas desempenha um bom papel para o time.
Ewandro esqueceu o futebol em 2015, entre ele e Marcos Guilherme tem sido trocar 6 por meia dúzia.
Eduardo, estava necessitando passar um tempo no banco, no primeiro jogo deixou seu lado aberto para o ataque paranista o tempo todo. Como um jogador de futebol profissional não nota isso?
Mas dentro de tudo isso que coloquei, o que mais me espanta é a apatia e desatenção que tomam conta do time em determinados momentos. Sempre nesses momentos tomamos gols bobos.
Mas mesmo com todos esses defeitos, se os jogadores tivessem um pouco mais de brio e de RAÇA, muitos resultados negativos seriam evitados. Em alguns jogos o time se torna guerreiro, pegador, brigador e faz a diferença, em outros parece que esquece desse "detalhe", que não é detalhe e é essencial no futebol atual.
As finais chegaram e para parar com a síndrome de vice e lavar a alma, nada como colocar o coração no bico da chuteira, se dedicar ao máximo e mostrar que são capazes de fazer mais do que fizeram ate agora.
Espero ver ao menos RAÇA, pois de trapalhadas desnecessárias já estamos de saco cheio.
Erros contínuos, alguns jogadores abaixo da expectativa, outros nervosos e outros parecem que "desaprenderam" de jogar.
O primeiro jogo da semifinal não foi ruim, foi um bom jogo, onde o Atlético saiu prejudicado pela arbitragem e de certa forma isso refletiu no jogo da Vila, mas guardadas as devidas proporções de um jogo para outro e fazendo uma análise mais fria, o contexto da obra torna-se desesperador para a torcida.
Ou seja, se o time jogar a "bolinha" que jogou domingo e se der os espaços que deu contra o Fluminense e Paraná, o revés será inevitável.
Walter não parece mais o mesmo desde que discutiu com a torcida e desde que perdeu peso.
É um jogador brilhante que define em poucos segundos, mas talvez seu posicionamento o impede de praticar um futebol a altura daquilo que esperamos.
No domingo mais se atrapalhou com a bola do que jogou.
Marcos Guilherme na maioria das vezes, parece ser uma figura nula em campo, tem rompantes, mas de repente "desaparece".
Léo entrou bem no lugar de Eduardo mas parece estar sem ritmo de jogo.
Sidcley vem pipocando direto e olha que já vi ele jogar muito mais do que isso que vem apresentando.
Otávio é um guerreiro, mas nessa de guerreiro e de ter que estar em todos os lados do campo, talvez ficou nervoso, acabando por ser expulso infantilmente do jogo.
Paulo André, um baita zagueiro, também tem dado bobeira, tomou um drible desconcertante e que não é comum.
André Lima é oportunista e por pouco não abriu o placar, mas peca pelo nervosismo e pelo tanto de cartões que vem recebendo.
Weverton é uma muralha e na minha opinião, o maior nome do Atlético de hoje, faz o possível e o impossível para evitar os gols adversários, mas não pode fazer milagres o tempo todo.
Nikão, hoje em dia esforçado, não lembra "aquele" Nikão. De vez em quando tem alguns rompantes como no primeiro jogo do Paraná onde jogou uma bela partida, mas fica devendo em alguns jogos.
Vinicius, cadê o grande torcedor do Furacão? Aquele que deve vibrar por nós em campo.
Tiago Heleno, é constante e pegador, não tem bola perdida e ao lado de Otávio e Weverton os três melhores nomes do time.
Jadson, quase não aparece para a torcida mas desempenha um bom papel para o time.
Ewandro esqueceu o futebol em 2015, entre ele e Marcos Guilherme tem sido trocar 6 por meia dúzia.
Eduardo, estava necessitando passar um tempo no banco, no primeiro jogo deixou seu lado aberto para o ataque paranista o tempo todo. Como um jogador de futebol profissional não nota isso?
Mas dentro de tudo isso que coloquei, o que mais me espanta é a apatia e desatenção que tomam conta do time em determinados momentos. Sempre nesses momentos tomamos gols bobos.
Mas mesmo com todos esses defeitos, se os jogadores tivessem um pouco mais de brio e de RAÇA, muitos resultados negativos seriam evitados. Em alguns jogos o time se torna guerreiro, pegador, brigador e faz a diferença, em outros parece que esquece desse "detalhe", que não é detalhe e é essencial no futebol atual.
As finais chegaram e para parar com a síndrome de vice e lavar a alma, nada como colocar o coração no bico da chuteira, se dedicar ao máximo e mostrar que são capazes de fazer mais do que fizeram ate agora.
Espero ver ao menos RAÇA, pois de trapalhadas desnecessárias já estamos de saco cheio.
domingo, 24 de abril de 2016
Para arrebentar com o coração, nos pênaltis deu Furacão!
Começo de jogo truncado, muito marcado por ambos os lados.
8´ Vinicius sai machucado e dá lugar a André Lima,
10´ Paraná precisa do resultado e ataca mais. O empate
favorece ao Furacão.
Atlético reage.
13´ Marcos Guilherme arrisca de fora, mas Marcos defende.
15´ jogada inusitada, 2 jogadores do Paraná dividem entre si
e Demerson é substituído machucado.
Jogo volta a ficar truncado e até a parada técnica nenhuma boa
chance de gol.
26´ Marcos opera um milagre, em chute de André Lima.
27´ no contra-ataque, zaga do Atlético bate cabeça, Nadson
dribla Paulo André e marca.
Nadson – Paraná – 1x0
33´ Walter se atrapalha com a bola e perde grande chance.
40´ Zaga do Atlético dá bobeira de novo e Lucio Flavio perde
chance de fazer o segundo.
42´Paraná mais perigoso.
Atlético tenso e esbarrando na zaga do Paraná.
Walter mal no jogo.
Fim do primeiro tempo.
Começa o segundo tempo, Furacão precisa acordar e ir para
cima.
Resultado leva o jogo para os pênaltis.
Atlético volta mais pegador.
6´ bola sobra para Nikão na meia lua da grande área, mas ele
isola.
15´o Atlético pressiona e busca o gol. Nikão perde a chance
de novo.
18´ Hernani no lugar de Jadson.
19´ inacreditável... Marcos Guilherme chega atrasado e perde
grande chance.
20´ Weverton faz defesa espetacular e salva o Furacão.
21´ André Lima amarelado.
24´ Otávio recebe cartão amarelo.
Furacão nervoso erra muito.
29´ Ewandro no lugar de Nikão.
32´ Otávio faz falta dura, recebe segundo amarelo e é
expulso.
37´ Marcos de novo, após desvio de Ewandro.
Paraná toca a bola e segura o resultado.
Jogo termina e vai para os pênaltis, haja coração!
André Lima bate e Marcos defende.
Paraná Marca.
Ewandro faz para o Atlético.
Weverton pega. Que defesa.
Tiago Heleno marca para o Atlético.
Na trave... Goleiro bom tem sorte. Weverton... Atlético na
frente
Walter faz para o Atlético.
Paraná marca.
Festa... Hernani marca e Atlético é finalista.
Explode coração rubro negro, Furacão classificado!
Atlético 4x2 nos pênaltis.
Que venha o coxa!
sábado, 23 de abril de 2016
Edgard Felipe: Perdemos um dos maiores narradores esportivos paranaense do Brasil!
Minha homenagem!
Não vou falar sobre a vida de Edgard Felipe.
Mas vou falar de uma época que as imagens se "faziam" pelo rádio.
E não pense você que isso diminuía nossa paixão pelo futebol, bem pelo contrário, narradores como Lombardi Jr., Carneiro Neto, Durval Leal, Fernando César e Edgard Felipe por exemplo, traziam as imagens aos ouvintes pela voz.
Em um ano que perdemos grandes nomes da música mundial, acabamos de perder um dos grandes nomes do rádio esportivo nacional.
É a perda de lendas como Edgard, que me fazem sentir falta daqueles tempos de criança.
Quando havia jogo do Atlético, o radinho estava no ouvido e se o jogo era no meio da semana então, dependendo do horário, era correr como um louco para casa para escutar e se deliciar com as imagens imagináveis passadas por esses locutores fenomenais e Edgard estava entre meus preferidos.
O futebol perdeu um pouco de seu encanto ao longo dos anos, devido a queda na produção de grandes nomes, de grandes ídolos e no rádio esportivo acontece o mesmo.
Acho que no tempo desses mestres da voz, vivíamos a paixão pelo futebol muito mais forte do que nos dias de hoje, onde estamos cobertos de recursos para ver e não só ouvir.
Edgard tinha um jeito diferente de narrar, emocionante, equilibrado, imparcial.
Arriscava sempre seus comentários conscientes mesmo acompanhado de grandes comentaristas.
Sua voz, em certos momentos, lembrava a de Lombardi Jr., e me chamava a atenção a facilidade que tinha de "construir" as jogadas que via com a voz.
Edgard Felipe, um abraço gigante de um grande fã.
Passou... Passou... Passou... Passou na rede... é gol!!!!!
Edgard Felipe, sobe aos céus, e coloca inapelavelmente seu nome definitivamente no hall da glória dos maiores narradores esportivos do Brasil...
ETERNIZANDO SEU NOME...Edgard Felipe é o nome dele...
Deixando suas lembranças para sacudir seus ouvintes saudosistas!
Não vou falar sobre a vida de Edgard Felipe.
Mas vou falar de uma época que as imagens se "faziam" pelo rádio.
E não pense você que isso diminuía nossa paixão pelo futebol, bem pelo contrário, narradores como Lombardi Jr., Carneiro Neto, Durval Leal, Fernando César e Edgard Felipe por exemplo, traziam as imagens aos ouvintes pela voz.
Em um ano que perdemos grandes nomes da música mundial, acabamos de perder um dos grandes nomes do rádio esportivo nacional.
É a perda de lendas como Edgard, que me fazem sentir falta daqueles tempos de criança.
Quando havia jogo do Atlético, o radinho estava no ouvido e se o jogo era no meio da semana então, dependendo do horário, era correr como um louco para casa para escutar e se deliciar com as imagens imagináveis passadas por esses locutores fenomenais e Edgard estava entre meus preferidos.
O futebol perdeu um pouco de seu encanto ao longo dos anos, devido a queda na produção de grandes nomes, de grandes ídolos e no rádio esportivo acontece o mesmo.
Acho que no tempo desses mestres da voz, vivíamos a paixão pelo futebol muito mais forte do que nos dias de hoje, onde estamos cobertos de recursos para ver e não só ouvir.
Edgard tinha um jeito diferente de narrar, emocionante, equilibrado, imparcial.
Arriscava sempre seus comentários conscientes mesmo acompanhado de grandes comentaristas.
Sua voz, em certos momentos, lembrava a de Lombardi Jr., e me chamava a atenção a facilidade que tinha de "construir" as jogadas que via com a voz.
Edgard Felipe, um abraço gigante de um grande fã.
Passou... Passou... Passou... Passou na rede... é gol!!!!!
Edgard Felipe, sobe aos céus, e coloca inapelavelmente seu nome definitivamente no hall da glória dos maiores narradores esportivos do Brasil...
ETERNIZANDO SEU NOME...Edgard Felipe é o nome dele...
Deixando suas lembranças para sacudir seus ouvintes saudosistas!
sexta-feira, 22 de abril de 2016
A RAINHA
O povo de Colombo está estranho, com amnésia profunda devido
a 8 anos de sofrimento e acha que todos os prefeitos são iguais ao anterior,
não trabalham.
Muitos citam o prefeito de Pinhais, sem se dar conta do
tempo que ele levou para deixar aquele município em ordem e a maioria não se dá
conta de que geograficamente e demograficamente Pinhais é menor que Colombo,
logo é mais fácil de se produzir e “gerenciar”.
Pinhais, na primeira gestão de seu atual prefeito sofria
demais com falta de infraestrutura e o mesmo teve que arregaçar as mangas e suar
muito. Ao final da primeira gestão o povo viu que os problemas não haviam sido
sanados, mas lhe deram a oportunidade de continuar o bom trabalho e
reestruturar o município.
Pinhais evoluiu e se transformou em um exemplo de gestão.
Beti encontrou o município, após 8 anos fora da prefeitura,
destruído totalmente. Até mesmo obras que ela havia deixado da gestão anterior,
não mais atendiam ao povo. Um caos.
Reiniciou um trabalho ingrato e após 3 anos muitas coisas
foram sanadas, muitas obras construídas ou recauchutadas.
Mas o povo quer que tudo fique pronto agora como se houvesse
verba e tempo suficiente para isso, e como se tudo fosse assim tão fácil, além
do mais usam Pinhais como exemplo para reclamar.
Certo dia conversei com Beti e perguntei sobre a saúde e ela
me disse:
- Robson, eu tinha que escolher entre 2 opções para aplicar
a verba que recebi; Aplicaria em médicos, lotaria postos de saúde e P.A.s de
médicos ou então construiria mais Postos e P.A.s novos para desafogar, deixando
assim a próxima gestão, eu ou qualquer outro prefeito, obrigados a manter e
providenciar médicos sem precisar aplicar nem um centavo a mais em infraestrutura.
Optei então por primeiro construir.
Ela me disse ainda:
- Não há como com a verba que estamos recebendo de fazer os
dois ao mesmo tempo, pensei a longo prazo, para dar condições melhores no
futuro e tentar tornar esse município um modelo na saúde. Mas como vou fazer
esse povo entender que não há como fazer tudo isso sem dinheiro ao mesmo tempo
sem dinheiro?
Por isso eu, Robson digo que o povo de Colombo além de
ingrato é cego e desmemoriado.
A saúde está um caos mesmo, mas em todo o Brasil, e não se
pode tirar dinheiro que o governo destina para asfaltos, ou creches por exemplo,
par se aplicar em saúde. Há um caminho a se seguir, uma regra a se seguir.
A Rainha, como muitos chamam em Colombo em tom de ironia,
realmente é uma Rainha.
Quem em outra gestão fez mais que ela?
Quem produziu mais que ela?
NINGUÉM!
Chegaram a me dizer alguns dias atrás: “De que adianta
construir postos de saúde se não há médicos? ” Fiquei pasmo com essa cultura
atrasada.
A sensação que dá é que a falta de cultura do povo continua
definhando suas mentes.
Qualquer construção de primeira necessidade é bem-vinda,
pois no futuro, quem assumir, não poderá fazer rodeios e terá sim que resolver
os problemas.
Abram os olhos e vejam o futuro ou então continuem iguais a
burros no cabresto e engolindo sapo com outro prefeito enrolador, devagar e
aproveitador.
Beti é RAINHA sim..... A RAINHA DAS OBRAS!
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