segunda-feira, 3 de julho de 2017

Frustrante, Furacão cai de 4 pra gauchada

Tem coisas na vida que são elementares e no futebol tem coisas que são mais elementares ainda. Claro, não sou técnico, ou sou, ou somos, mais de 200 milhões de técnicos no Brasil, mas há momentos que você consegue perceber que a coisa pode não funcionar da forma pretendida. E para ser sincero, antes do jogo, já não havia gostado da escalação. O esquema de marcação com duas linhas de quatro, recuando os dois avantes, era sim o ideal. O problema eram as peças para se executar isso. 

Daí vem à tona o nome de todos os jogos, para o bem ou para o mal, Lucho. Era óbvio que a marcação deveria ser forte, que deveríamos roubar a bola, que a marcação deveria ocorrer já no campo de ataque dos gaúchos, mas precisávamos de alguém maduro que soubesse o que fazer com a pelota quando estivéssemos com ela. Ninguém sabia o que fazer e a bola automaticamente voltava para os pés do Grêmio. E assim como água que na pedra tanto bate até que fura, o Grêmio furou a retranca do Furacão. E furou cedo.

O Grêmio começou estudando o Furacão sem Lucho e sem a marcação que ele empreende no meio. Toques pra cá, toques pra lá, sem pressa, sem pressão. Era nítido que os gaúchos queriam fazer o Atlético abrir a retranca, por isso o rubro negro levou longínquos e inimagináveis 4 minutos para encostar os pés na bola, inadmissível. E pouco encostou na bola, enquanto o Grêmio encontrava as primeiras brechas levando perigo. 11´ minutos e Weverton faz uma defesa milagrosa, não tanto pela força do chute, mas pelo quique da bola no chão que matou o goleiro.

Foto: Marco Oliveira / Site Oficial
Cadê o Lucho? Lucho não estava em campo e claro, não havia o primeiro combate com eficácia no meio, logo a bola já estava na entrada da área novamente. Outro fator que arrebentava o Furacão, erros de passe, um após outro e isso torna-se mortal em um jogo deste nível. Mas aos 20´ tudo poderia ter sido diferente se os jogadores tivessem sido mais inteligentes na cobrança da falta dentro da área. Falta originada em um recuo para o goleiro, bola quase na marca do pênalti, barreira dentro do gol, escolheram a “pisadinha” na bola, mas Nikão ficou muito longe e é claro que daria tempo até de uma tartaruga sair do lugar e bloquear. Chance perdida!

E de tanto ser sufocado o Atlético foi perdendo o ar. Será que faltou preparo físico? Em certos momentos o time parecia cansado e não acompanhava o ataque do Grêmio. Um jogador gremista passava no meio de três, quatro Atleticanos com facilidade e é elementar, quem defende, se desgasta mais do que quem ataca. Quem ataca faz a bola correr, quem defende, corre atrás da bola. Aos 22´ o Grêmio fazia seu gol e colocava por terra a marcação rubro negra que até então era eficiente.

O segundo gol gremista não demorou para sair, 7 minutos depois uma tabela entre dois jogadores gaúchos no meio de 7 do Atlético, a bola bate em Jonathan e sobra para o Grêmio fazer 2x0. Era também o segundo gol de Barrios no jogo. O Furacão se perdeu completamente e a bola chegava fácil para o ataque gremista. Aos 32´ Kannemann cabeceia entre 7 jogadores rubro negros e coloca o terceiro. Jonathan começou a errar demais e o time não se encontrava. O Atlético chegou com perigo novamente só aos 45´ com Pablo, Marcelo Grohe evitou o gol.

Foto: Marco Oliveira / Site Oficial
Segundo tempo e o Furacão voltou a campo com Lucho. O jogo mudou um pouco, oferecia mais perigo, mas com a maionese desandada era complicado correr atrás do resultado naquela altura. O time buscava não sofrer mais gols e ainda tentava diminuir. E até que o Atlético melhorou, se encorpou mais, tinha aquele combate que falei, tinha a bola, mas o problema era esse ainda, não sabia o que fazer. Jonathan errava demais, o time ainda errava muitos passes, a marcação ainda batia cabeça e o ataque não era efetivo.

Enfim o Atlético chutou uma bola ao gol com Nikão aos 14´. Só que o mesmo Nikão estragou tudo em seguida sendo expulso. Tinha amarelo, havia feito uma falta para cartão que ficou barato e incorreu no erro, mesmo avisado pelo técnico. O planejamento do segundo tempo foi por terra. Se com 11 estava difícil com 10 ficou ainda pior. O Grêmio achou que era hora de buscar o quarto e foi para cima. 

Aos 35´ Coutinho teve a chance para diminuir, mas não aproveitou. Aos 36´ Coutinho chegou atrasado e deixou a bola sair pela linha de fundo, evitando bom ataque. Aos 41´ o Grêmio fechou a tampa do caixão. Carlos Alberto vacilou e perdeu uma bola no meio e na troca de passes, Everton entrou para marcar o quarto gol da gauchada. Uma sacolada para ver se o time acorda, para provar aos jogadores que se não tiver empenho e raça absoluta o Furacão não atravessará as barreiras da Libertadores, pois na Copa do Brasil o gado já foi beber água. 

Foto: Marco Oliveira / Site Oficial
Lucho tem que iniciar o jogo sempre, ele arruma as coisas, põe ordem na casa, sem ele o time fica vulnerável. O banho de bola se deu por erros individuais. Quanto ao fôlego, ou o preparo físico vai mal ou há um desânimo generalizado, não é possível. O time perde a concentração fácil, parece que dorme em campo. Muitos erros de passes, isso complica ainda mais, primordial que passes sejam certeiros e nunca nos pés do adversário. Alguns jogadores muito abaixo do mínimo exigido e suportado. 

Em tempo: Tirinhas valiosas

Jogo da Libertadores será na Vila Capanema. Parabéns ao Paraná Clube por não ser egoísta. Os coxas perderam a chance de mostrarem a grandeza, logo ficarão sozinhos em suas lutas contra os "esquemas".

Jogo contra o Sport, time alternativo ou titular? No momento o que será realmente ideal?

Nada de ficar criando alardes, negócio agora é focar no jogo da "Liberta", concentração total, time e torcedores. Conturbar o elenco, o clube, reclamar, agredir, afrontar, só irá piorar a situação. Depois do Santos, todos podem desabafar do jeito que quiserem, mas até lá, "Foco, Força e Fé"!

Na positividade a torcida virou o jogo

Após escrever a coluna: “Baixada: A Negatividade afogando o Furacão”, muitos torcedores esbravejaram, alguns entenderam e concordaram, outros não, mas de uma forma geral, a maioria aceitou que a atmosfera na Baixada não era das melhores. Coincidência ou não, de lá para cá, foram 4 vitórias consecutivas, duas delas na Arena e uma mudança na tabela sensacional, saindo da lanterna para estar a 1 ponto do grupo da Libertadores e a 3 do terceiro colocado o Flamengo.

A torcida está de parabéns. Carregou o time no colo quando o time estava perdendo, criou uma atmosfera saudável e favorável para que os jogadores tivessem tranquilidade e estabeleceu a positividade do “vamos virar”. A Fanáticos parecia a “antiga” torcida que cantarolava o jogo inteiro e não deixava a poeira baixar mesmo com o resultado negativo. Faziam ecoar os cantos nos 4 cantos da Arena. Todos foram contagiados, as crianças, os idosos, as mulheres e até os torcedores mais frios, levantaram para cantar. Que sensação maravilhosa!

Mas e o jogo? Vamos ao jogo então! Que começou com o Vitória logo aos 3´ botando as manguinhas de fora, perdendo um gol imperdível. Aos 7´ chegou novamente, mas Weverton fez ótima defesa. O Furacão tinha mais posse de bola, mas o Vitória era mais efetivo. O Furacão só levou real perigo aos 10´ em um passe de Lucho, que colocou Ederson na cara do gol mas o goleiro baiano fez grande defesa. Ederson já proporcionava ótimos lançamentos, virando o jogo com consciência sempre que necessário. Era um Edershow a parte.

Foto: Marco Oliveira / Site Oficial
O Atlético já demonstrava melhoras, mas aos 16´ os fantasmas de outrora mostravam suas caras novamente na Baixada. Na minha opinião, Weverton poderia ter pulado na bola, mas preferiu fazer golpe de vista, ela beijou o travessão e morreu no gol. Temi pela torcida, mas ao contrário de vaias, ela se levantou, deu seu grito de apoio e teve paciência para deixar o time jogar e se reequilibrar. E não é que o Furacão melhorou e se reencontrou no jogo.

O Atlético tinha posse de bola, chegava na área, mas não concretizava em gol. Aos 30´ Lucho machucado deu lugar para Nikão. Daí em diante nada mais funcionou e o Furacão praticamente não avançou. O meio do Atlético parou de funcionar. O Vitória apelava para a catimba retardando o jogo. A melhor chance só veio aos 40´ em bola parada. Matheus Anjos cobrou bem uma falta que passou riscando a trave. A torcida sentia que o time buscava o empate mesmo desajeitado e não deixava de cantar e apoiar. 

Esse ânimo tomou conta dos jogadores. Energia positiva que emanava do torcedor Atleticano e invadia gramado e arquibancada. O time tentava entrar na área adversária, mas era obrigado a retornar à bola até o círculo central e iniciar tudo novamente. Em um desses momentos, aos 42´, a bola foi levantada na área e acabou sobrando no pé de Nikão que cortou o marcador e bateu forte, Fernando Miguel jogou para escanteio. Aos 43´ Nikão cobrou o escanteio e Wanderson “monstro” apareceu como uma flecha para empatar de cabeça o jogo.

Foto: Marco Oliveira / Site Oficial
O gol coroava o time que queria jogo. No intervalo, enquanto os coxas Flippers tomavam mais uma estocada, Eduardo Baptista tinha tempo e tranquilidade para acertar o meio do time após a saída de Lucho. O Furacão voltou diferente, Matheus Anjos um pouco mais recuado na cobertura do lado esquerdo e Otávio mais na dele. Daí começou a aparecer o grande nome do jogo. Sidcley, incendiado pela torcida começou a deitar e rolar no lado esquerdo Atleticano. 

Aos 6´ ele colocou a bola rasteira na área para Matheus Anjos e Nikão, mas quem aproveitou foi Nikão que com maestria colocou tirando do goleiro, mas o goleiro evitou o gol da virada. Aos 8´ Sidmessi viu que o jogo era dele, no embalo da torcida se livrou de 2 marcadores e no meio de 7 jogadores colocou a bola nos pés de Nikão, que cortou 1 e bateu forte no canto esquerdo do goleiro. Era o gol da virada, o gol que levou a torcida ao delírio. Bola trabalhada, jogada linda e de uma plástica incomum no futebol brasileiro. O gol para desafogar o coração Rubro Negro. 

Daí em diante a festa estava armada e o passeio foi inevitável. Bola de pé pra pé, jogadas de efeito, pouca posse de bola, mas quando ela chegava o time sabia o que fazer com a redonda. E foi nessa troca de passes com estilo que aos 11´ Sidmessi deu um passe primoroso, entre 4 jogadores do Vitória, para Coutinho Bolt que cruzou rasteiro na área para a entrada fulminante de Edershow de carrinho completar para o gol. A porteira estava aberta. 

Foto: Marco Oliveira / Site Oficial
O Furacão passeava em campo, a torcida cantava enlouquecida. Aos 25´ lá estava Sidmessi para iniciar mais uma jogada pela esquerda que foi parar nos pés de Edershow, que encheu o pé, o goleiro defendeu batendo roupa, a bola acertou a trave e na volta passou por 3 Atleticanos que não alcançaram. O time era um rolo compressor e o cheiro de goleada estava no ar. E claro, todo grande espetáculo tem que fechar com chave de ouro. Aos 35´ veio o grande presente para o torcedor, um agradecimento em forma de pintura, num dos gols mais belos da Arena. 

Otávio desarma o ataque do Vitória e coloca a bola no pé de Rossetto. O garoto atravessa o campo todo e desfere um petardo no ângulo do goleiro. Golaço para fechar com chave de ouro.  Daí em diante não teve mais jogo. Os baianos com medo da surra ser ainda maior, recuaram e trocavam passes sob as vaias da torcida do Furacão. O jogo ficou tão sem graça pela covardia baiana, que o árbitro não teve dúvidas e deu apenas 2 minutos de acréscimo. Saímos da Arena em êxtase. O Brasileirão virou truco com 4 vitórias consecutivas. “Truco, 6, 9, 12”. Que venha o Grêmio!

Em tempo: Tirinhas valiosas

Quanta bobagem alguns torcedores escrevem nas redes. Cada jogo, os imbecis arrumam um fato novo para desviar o foco e tentar justificar suas incompetências no período “mais chuteiras, menos futebol” escrachando o clube e a Diretoria por terem alcançado a proeza de trazer as finais da Liga Mundial de Vôlei. Uma sacanagem que só acaba com o ambiente. O clube acertou na escolha, está fazendo uma grana “federal” com o evento, fechou a parceria no ano passado e nunca teve uma bola de cristal para adivinhar que teríamos um jogo importante nessa data. Um absurdo a quantidade de besteiras. Muita vontade de voltar ao amadorismo e ser escravo do eixo do mal. 

Falando em amadorismo, o domingo foi de contrastes. A quase morte da Portuguesa demonstra tudo que falo. Em 1995 Petraglia assumia o Furacão e salvava o clube da falência. Em 1996 a Portuguesa disputava seu último grande brasileirão sendo vice-campeã. Nesse choque de contrastes, notei onde está hoje o pequeno Atlético de 95 e a grande Portuguesa de 96. Os valores se inverteram, fruto de uma administração coerente, coesa, planejada, futurística, exuberante e espetacular, o Furacão mudou de vida, de pequeno para gigante. Enquanto um morreu no centro do futebol brasileiro que é São Paulo, outro deu a volta por cima e tornou-se gigante no sul do país. E tenho dito!

Olha o Grêmio aí gente! Próximo jogo na Copa do Brasil. Temos totais condições de trazermos um bom resultado dos pampas. O Grêmio já mostrou que é um time normal, afinal, perdeu em casa para o time que não conseguiu ganhar do coxa. O momento é todo nosso! Recado para os chorões do jogo contra o Santos: Não importa a partida, não importa onde for, Furacão estarei contigo, pois tu és o meu amor!

Bambi freguês, aceita que dói menos

Jogo contra os Bambis em Curitiba é meio caminho andado para a vitória. 35 anos se passaram desde a última vitória deles aqui, mais precisamente um 3x1 em 1982, para mais de 50 mil pessoas, gol do Atlético de Augusto batendo falta e meu primeiro jogo em um campo de futebol. Ah sim, foi lá no Chiqueirão alviverde. Na Arena são 17 jogos e invencibilidade absoluta do Furacão.

Mas claro que em vista dos últimos resultados na Baixada, ficamos com aquela pulga atrás da orelha. Mas não houve muito tempo para nos preocuparmos, o Furacão fez jus ao nome, foi pra cima dos Bambis iludidos e logo aos 3´ em uma bela jogada, Grafite se antecipou e se posicionou perfeitamente para belo passe de Rossetto. Grafite encheu o pé e Renan fez uma excelente defesa. Grafite e Rossetto fizeram a jogada que deu origem ao escanteio do gol.

Na cobrança de escanteio, Grafite “puxou” dois marcadores e Wanderson apareceu livre, bola no queixo, queixo na bola, pau na redonda e gol do Furacão para delírio da Arena. Parecia que a porteira estava aberta e o Atlético foi para cima. Nikão deitou e rolou logo no minuto seguinte, bateu forte, mas Renan estava lá para espalmar. O São Paulo quis se engraçar, mas o Furacão tinha Wanderson, Otávio e o “classudo” Lucho Gonzales.

Foto: Marco Oliveira / Site Oficial
Em 20 minutos, Lucho já havia salvado um gol certo do São Paulo, arrumado um escanteio numa bola perdida, desarmado 2 contra ataques dos bambis, feito 3 assistências preciosas não aproveitadas, numa delas se Coutinho é mais esperto sairia na cara do gol sozinho. Lucho ocupava espaços impedindo subidas de Rodrigo Caio e Jucilei, marcava firme e corria o campo todo. Eita Lucho, a idade não atrapalha a experiência e por isso pouco o São Paulo chegava. Como diz aquele comentarista? Tá aqui na minha (está é minha) planilha que não falha!

Enquanto isso nas redes sociais, o povão que ouvia a transareba e a bandabesta, comentava asneiras bem típicas de torcedor que não entende nada de futebol e tática. Acham que o cara está bem só quando está com a bola nos pés. Grafitão segurava marcação, sempre haviam 2 marcadores nele em qualquer jogada de ataque, isso proporcionava o avanço de Rossetto e Nikão com mais liberdade. Isso era nítido, mas tem gente que não conseguiu ver e só entendeu o que ouviu "dos" do contra.

27´ e Nikão desfere um petardo de fora da área para outra grande defesa de Renan. O jogo era alucinante, era lá e cá. A bambizada queria empatar, mas a dupla de zaga do Furacão começava a aparecer e guardando território não deixava nada passar. Aos 43´ quase que Lugano dá um presentão para o Furacão. Tentou recuar e a bola passou pelo goleiro Renan, Rossetto não conseguiu alcançar. Por pouco não saiu o segundo gol.

Foto: Marco Oliveira / Site Oficial
Segundo tempo começou com substituições que me preocuparam, principalmente a saída de Lucho e embora Rossetto errasse alguns passes, ainda assim era o motorzinho de ligação. Dito e feito, o Furacão perdeu poder ofensivo e defensivo, a saída de Lucho “cão de guarda” abriu uma “cratera” no meio dando liberdade aos Bambis que começaram a deitar e rolar. Grafitão ainda assim mais avançado, prendia 2 zagueiros do São Paulo. Logo a um minuto (Que fase!) Grafite recebe em impedimento e tenta o gol, mas a bola caprichosamente beija a trave. Aos 4´ Coutinho tentou uma bola com efeito e quase Renan entrega.

Os Bambis começaram a atacar mais, aproveitando as brechas no meio. O Furacão tentava equilibrar. Eduardo Baptista sacou Grafite para entrada de Pablo, então o São Paulo teve toda a liberdade para atacar. Daí em diante só deu Bambi. Wanderson “monstro” detonava na zaga (que zagueiraço). Otávio se desdobrava, o General comandava e a bola São Paulina não chegava ao gol de Weverton. O São Paulo adiantou os dois zagueiros e os colocou no campo Rubro Negro, Grafitão não estava mais lá para cercar. Ainda bem que o Furacão marcava atrás da linha da bola e por isso era efetivo no combate.

O Atlético só deu ar da graça aos 30´ em chute de Jonathan, que aliviou por segundos o rolo compressor São Paulino. A pressão era total, mas a marcação era afinada e os Bambis tiveram sua última grande chance aos 48´ nos pés de Wellington Nem, mas Weverton fechou bem os cantos e o São Paulino chutou cruzado para fora. Apito final para delírio da torcida. 3ª vitória seguida, mais 9 pontos na tabela, já no campo da Sula, muito perto da zona da Libertadores.


Em tempo: Tirinhas valiosas.


Um torcedor do Atlético aprontou uma verdadeira cena patética e ridícula na Arena e pior, tem gente defendendo o imbecil. A Arena é setorizada e o cidadão cedeu suas 3 cadeiras da Brasilio Itibere para 3 amigos, onde as cadeiras de sócios são mais caras, entrou no setor fan superior (mais em conta), atrás dos gols e pulou para o lado da Brasilio sem ser autorizado. Foi contido por seguranças do clube acertadamente. Não foi agredido, mas tal qual um jogador “cai cai” simulou agressão se jogando por sobre as cadeiras.

Normal do brasileiro que gosta de desrespeitar regras e achar que tudo é ofensivo, além de querer levar vantagem em tudo tal qual Gerson. Sou a favor da setorização, pois tive muitos problemas no passado com torcedores que ocupavam minhas cadeiras e provocavam confusões por não aceitarem se retirar. Com a setorização ficou mais fácil ter direito ao meu lugar. Uma baixaria estúpida, premeditada pelo próprio torcedor, que já entrou com o intuito de pular o “muro” de vidro (ele mesmo admitiu). Que se puna o torcedor para que sirva de exemplo!

Torcedores nas redes falando das cadeiras vermelhas e não sabem nem ao certo para que fim serão utilizadas. O mais engraçado é que acham que o clube não deve reutilizar as cadeiras para o evento da Liga Mundial de Vôlei, outra imbecilidade, afinal, se as cadeiras estão encostadas, devem ser utilizadas sim. Significa economia e mais público na Arena. Mentes pequenas de gente que pensa pequeno, deseja ver o clube pequeno e chora mais que sanfona.

Jogo da Libertadores sem Arena. Infelizmente uma coincidência e não pode ser tratada como falha do clube, afinal o clube já batalhava pelo evento desde meados do ano passado, não poderia prever jamais que cairia justamente no dia de um dos jogos do Furacão na Libertadores. A Liga Mundial de Vôlei é um evento que está no topo entre os maiores do universo, perdendo apenas para Copa do mundo e Olímpiadas. O clube tentou mudar o dia do jogo sem sucesso. Só falta pedirem a contratação de um vidente! Quem sabe se o torcedor, ao invés de vibrar com o San Lorenzo, tivesse respeitado nosso time, aquele gol aos 46´ não teria acontecido e mudaria a data do primeiro jogo.

Mas como se trata de Atlético Paranaense, para a torcida, aqui nada presta, tudo é complicado e tudo é motivo para reclamar e chorar, uma "frescuraiada" só. Não sou torcedor frouxo e medroso, acompanho o Atlético onde for. Para mim não importa o estádio, importa é a vitória e a classificação, jogue onde jogar. Parte da torcida mais fanática do Brasil se tornou a mais fresca e chorona do país. Ainda bem que ainda existem os que honram nosso antigo lema! Que o clube feche urgentemente um patrocínio com um fabricante de lenços. Alguém lembra ainda que nosso lema é “Atlético Até a Morte”?

TRINCHEIRA DO ATUBA E AS SOLUÇÕES

Prefeita busca soluções para que a obra da trincheira do Atuba seja concluída.

Beti Pavin e vereadores de Colombo participam de reunião na 1ª Vara Cível para tratar dos processos de continuação das obras.

A Prefeita de Colombo Beti Pavin participou em maio, de uma reunião com a juíza da 1ª Vara Cível do município para tratar sobre o processo de conclusão das obras da Trincheira do Atuba, que há três anos está parada. Na ocasião, os vereadores Sidinei Campos e Élcio do Aviário acompanham a chefe do executivo.

A trincheira fica localizada no limite dos municípios de Curitiba, Colombo e Pinhais. Porém, a responsabilidade no trecho é da Autopista Régis Bittencourt. “Estamos aqui para resolver a questão da desapropriação dos terrenos e acabar o quanto antes com este problema que atinge centenas de pessoas, que passam diariamente pelo local”, ressaltou a Prefeita de Colombo.

O projeto de reformulação consiste na construção de uma trincheira adicional, um desvio circular para acesso local e para a BR-116 e uma adequação de vias para conexão com o tráfego e a implantação de uma passagem para pedestres.

As obras tiveram início em 2014 e estão paralisadas desde agosto do mesmo ano, em razão dos processos legais para a liberação das áreas adjacentes. Na época, quatro lotes precisavam ser desocupados, mas atualmente apenas um está na pendência da imissão de posse. Este processo de desapropriação tramita na Vara Cível de Colombo.

No último dia 6 de junho, um requerimento foi enviado ao perito responsável dando o prazo de 10 dias para a entrega do laudo pericial e acredita-se que em trinta dias sairá o laudo com o valor da área e assim, o município poderá entrar com o pedido da imissão de posse.

Mais informações sobre o trabalho da prefeitura em:
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Foto: João Senechal/ PMC

 

 

domingo, 2 de julho de 2017

Colombenses brilham na fase regional dos Jogos Escolares do Paraná

Ao total, os atletas colombenses conquistaram 46 medalhas – sendo 20 de ouro, 16 de prata e dez de bronze.

Mais de três mil atletas estão disputando na cidade de Campina Grande do Sul a fase regional dos Jogos Escolares do Paraná – área metropolitana norte, com participação de 14 municípios, Adrianópolis, Almirante Tamandaré, Bocaiuva do Sul, Campina Grande do Sul, Campo Magro, Cerro Azul, Colombo, Doutor Ulisses, Itaperuçu, Pinhais, Piraquara, Quatro Barras, Rio Branco do Sul e Tunas do Paraná. Nas modalidades de atletismo, basquete, futsal, handebol, voleibol, xadrez e tênis de mesa, regular e para atletas com deficiência, dividido na categoria “A”, para meninos e meninas com idade entre 15 e 17 anos e “B” para meninos e meninas com idade entre 12 e 14 anos.

Um dos destaques da competição foi à modalidade de atletismo, com grande participação, sendo mais de 300 atletas inscritos. A modalidade teve grandes disputas e um alto nível, com destaque para os colombenses Vitor Gabriel Motin, do Colégio Estadual Presidente Abraham Lincoln campeão do arremesso do peso e dos 100m rasos e o atleta Gabriel Rehbein campeão da prova de 3000m e vice nos 800m representando o Instituto Federal do Paraná, de Colombo. No feminino destacaram – se as atletas Yasmin Soares do Nascimento campeã das provas de 800m e 3000m, aluna do Colégio Estadual Genésio Moreschi, e para a atleta Rosilaine Vitória da Silva campeã das provas de 200m e 400m, aluna do Colégio Estadual Presidente Abraham Lincoln. Já no atletismo paralímpico o grande destaque foi o atletas Franckelli Oliveira, que com boas marcas foi o grande campeão das provas de salto em distância e 400m para deficientes visuais.

Ao total, Colombo conquistou 46 medalhas – sendo 20 de ouro, 16 de prata e dez de bronze. Para o Diretor do Departamento de Esportes, Paulo César Cardoso da Silva o atletismo é uma modalidade muito versátil, pois atende os mais diversos biótipos de crianças. “Além do baixo custo para a pratica faz com que tenha uma boa adesão de crianças. Nós da Secretaria de Esportes sempre buscamos fomentar o atletismo, bem como as demais modalidades e tais resultados são frutos do esforço dos professores e diretores que dentro de suas escolas também procuram incentivar a modalidade”, disse Cardoso e complementa. “Parabenizo a todos os participantes.”

Ao final da competição Colombo teve seis equipes colocadas entre as três primeiras colocadas no atletismo:

MASCULINO “A”
1º C.E. Presidente Abraham Lincoln
3º IFPR – Campus Colombo
FEMININO “A”
1º C.E. Presidente Abraham Lincoln
MASCULINO “B”
1º E.E. Caminhos Da Natureza
2º C.E. Plinio Monteiro Tourinho
FEMININO “B”
2º C.E. Presidente Abraham Lincoln

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Foto: Divulgação/PMC


sábado, 1 de julho de 2017

Enfermagem recebe capacitação sobre acolhimento no SUS

A ação trata da importância da capacitação do enfermeiro na realização do acolhimento na atenção básica.

Sensibilizar os profissionais de saúde sobre a importância do acolhimento humanizado no Sistema Único de Saúde (SUS) é com esse intuito que a Prefeitura de Colombo por meio da Secretaria de Saúde promove a Capacitação da Enfermagem – entre os dias 19 e 23 de junho, das 8h às 17h, no Caravelle Palace Hotel, em Curitiba.

A Prefeita de Colombo Beti Pavin participou do encontro e elogiou o trabalho dos profissionais de enfermagem que, com carinho e dedicação, oferecem à comunidade. “São profissionais que nasceram com uma missão: fazer o bem ao próximo. Por isso, merecem nossa admiração e respeito, pois, com amor cuidam do próximo”, disse.

Durante os cinco dias de capacitação o foco será destinado às relações entre os profissionais da Atenção Básica e os pacientes que chegam às Unidades Básicas de Saúde em busca de atendimento. Na programação, as equipes participarão de dinâmicas sobre a atenção à saúde, a apresentação da Política Nacional de Atenção Básica (PNAB), além de simulação de atendimentos focando o vínculo entre o usuário e o serviço de saúde.

De acordo com o secretário da pasta, Darci Martins Braga o acolhimento é imprescindível para reorganização do processo de trabalho visando à ampliação do acesso ao Sistema Único de Saúde (SUS) aos pacientes da Atenção Básica. “Neste sentido, esta capacitação dos profissionais de saúde tem a finalidade de melhorar a assistência à saúde e o fluxo de atendimento da UBS. Norteando o atendimento durante o acolhimento, além de abordar a importância da realização do acolhimento no contexto da Atenção Básica e propiciar adequação de parte do processo de trabalho desenvolvido pela UBS”, explicou o Secretário de Saúde.


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Foto: João Senechal/ PMC